Planetas

Vendendo Linux em ASP / video.google.com

rASPa de tacho

Li no blog da renata.org algo que até agora não sei se é para rir ou para chorar. O site da MandrivaStore é feito em ASP e roda em Windows 2003. É só eu e a Renata que achamos que isso é o mesmo que trabalhar na Coca-Cola e beber Pepsi em casa ?

video.google.com

Alguns vídeos interessantes nesse serviço do Google envolvendo o Ubuntu e o Software Livre. Recomendo não deixar de assistir os dois últimos.

  • Instalando o Ubuntu e Windows com Dual Boot com bom humor. (~ 13 min/inglês) – assistir.
  • Instalando programas no Ubuntu. (~ 13min/inglês) - assistir.
  • Palestra com Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu. (~ 1h/inglês) – assistir.
  • Palestra com Richard Stallman sobre o perigo da patente de softwares. (~ 2h/inglês) – assistir.
  • Palestra com Richard Stallman sobre generalidades do GNU e FSF. (~ 1h/inglês) – assistir.
  • Linus Torvalds ‘toma banho’ e arrecada fundos em prol da Cystic Fibrosis South Australia. (~ 3min) – assistir.
  • Excelente propaganda da IBM sobre o Linux. (~ 2min/inglês) – assistir.
  • Imperdível música sobre os seres mitológicos entitulados ‘sysadmins’. (~ 3min/inglês) – assistir.
  • Paródia sobre o uso da internet: para pornografia. (~ 3min/inglês) – assistir.

A Vida é OpenSource

Muito antigamente, você juntava todas as suas economias e comprava um computador. Logo em seguida, comprava uma penca de programas para executar em seu computador e tudo isso era maravilhoso. Hoje, não só comprar um computador ficou mais barato (com linhas de financiamento e incentivos fiscais do governo) como também não é necessário mais comprar programas para seu computador pois boa parte deles são gratuitos e livres.

Note bem a diferença: gratuito significa que você não tem que pagar pelo seu uso. Livre, significa que você é livre para distribuir (copiar) o programa e fazer modificações nele. Essas modificações são fundamentais para o avanço tecnológico hoje. Não estamos mais presos ao que um programador ou uma empresa acha sobre como devemos usar nosso computador. Nós mesmo podemos modificar nossos programas favoritos ou utilizar modificações feitas por quem saiba fazê-las de forma a atender nossas necessidades individuais.

Para que essa liberdade exista, o programa tem que ser OpenSource, ou seja, a sua programação, a forma como foi construído, os seus ingredientes, sejam abertos, vistos por qualquer um. O OpenSource virou quase que sinônimo de modernidade tanto que a Microsoft, maior empresa de informática de código fechado do mundo, cogita tornar OpenSource algumas de suas ferramentas.

Mas o OpenSource existe muito antes de entusisastas como Larry Wall ou Richard Stallman. O OpenSource existe, neste universo, há cerca de 3 bilhões de anos atrás. A vida é OpenSource desde seus primórdios. Temos então como o primeiro código fonte a molécula de DNA.

DNA

O DNA é um polímero, um coletivo de monômeros, algo que se assemelha a peças de LEGO® encaixadas uma após a outra. Enquanto computadores falam binário, a vida fala uma linguagem quaternária, representada por quatro moléculas chamadas bases nitrogenadas, que são: Citosina, Guanina, Adenina e Timina. Por uma questão de simplificação, utilizamos apenas a primeira letra de cada uma dessas bases para representá-las.

O DNA é uma fita dupla onde essas bases sempre se pareiam entre si. Toda Guanina de uma fita irá efetuar pontes de hidrogênio (m.q. ligação) com uma Citosina da fita complementar e vice-versa. Da mesma forma, toda Adenina irá parear com as Timinas da fita complementar. Então sempre teremos códigos aos pares: C-G e A-T. Essa duplicidade do código fonte da vida tem inúmeras vantagens. Quando houver algum erro ou algum dano, podemos conferir a fita complementar. Se por acaso perdermos uma base e observarmos que na sua fita complementar temos um T, saberemos que a base faltosa é uma Adenina.

O significado desse código é muito simples: proteínas, que são polímeros de aminoácidos. Cada três bases vizinhas em uma mesma fita significam um aminoácido. Por exemplo, as bases TCG significam o aminoácido Cisteína. Como podemos pegar qualquer organismo, isolar seu DNA e ler as bases que o compõe, conseguimos saber que proteínas ele é capaz de produzir. E isso tem um impacto tremendo.

Se você tivesse uma doença causada por bactérias, seu médico receitaria um antibiótico. Se fosse por fungos, um fungicida, por vermes, um vermicida. E quando a sua doença está no seu DNA ? Que remedio ele receitaria ? Como a vida é OpenSource e livre, podemos ler seu código e modificá-lo. Se o gene (trecho do DNA que confere uma característica ao organismo) da insulina de um indivíduo não funciona corretamente, ele será diabético. Ao invés de tomar injeções de insulina diariamente, por que não pegar um gene, um trecho de DNA normal para insulina e incorporar neste indivíduo para que ele naturalmente produza insulina ?

É nesse caminho que a Biologia está trilhando. Doenças antes incuráveis como diabetes, Mal de Parkinson ou a predisposição a certos tipos de câncer podem ser reparados em definitivo. Basta corrigir o trecho do DNA que provoca estas doenças e o processo para isso é bastante inusitado.

Os vírus são o terror da plataforma Windows e um dos agentes mais eficazes da migração da plataforma Windows para Linux, que é livre de vírus. Os vírus que afetam seres vivos basicamente o fazem alterando o DNA do hospedeiro. As aftas que de vez em quando podem surgir em nossa boca é em decorrência de um tipo de vírus. Ele ao infectar nossas células introduz em nosso DNA humano o DNA viral que fica latente, aguardando um momento propício. Assim que nossa imunidade baixa, esse DNA viral é lido pelas nossas células como um DNA qualquer e elas mesmo produzem as aftas dentro da boca como se fosse uma ação natural qualquer do nosso organismo.

O que estão tentando hoje é utilizar todo este know-how do vírus de invadir e modificar o DNA em nosso favor. Vírus como o HIV ou o da Herpes são excelentes modificadores de DNA. A idéia é pegar estes vírus, remover por manipulações no DNA viral os genes responsáveis pelas doenças que estes vírus causam e substituir por versões corrigidas do DNA humano. Ou seja, este HIV modificado ao invés de provocar a AIDS irá provocar a correção da produção de insulina em um diabético.

Se a vida é regida por uma licença, esta é BSD*. Qualquer um pode patentear e nos vender nosso próprio DNA. Ou pior, como o conhecimento sobre a manipulação de vírus está crescendo, não é impossível hoje que doenças virais sejam criadas e disseminadas propositalmente para que depois o antídoto seja vendido.

Nitidamente o futuro da humanidade é OpenSource. Desde a tecnologia acessível a todos de uma forma responsável, colaborativa e de qualidade até a cura de doenças antes incuráveis. Mas para que o caminho certo seja seguido, a sociedade tem que exercer um papel de vigilância constante. Da mesma forma que temos lutar contra a patente de softwares que castra o crescimento do Software Livre, temos que lutar para que os avanços da terapia genética sejam considerados de tamanha importância que também não possam ser patentiados ou utilizados para fins desumanos.

Ubuntu versus Burocracia

Aloha,

Algumas pessoas têm relatado atrasos ou problemas fiscais com os CDs gratuitos do Ubuntu enviados do exterior. Como falei em uma postagem minha, o Brasil é o terceiro solicitador desses CDs e a Receita Federal ou entidade responsável deve estar estranhando esse volume de CDs.

Há um documento genérico da Canonical (em inglês) que pode ser enviado as autoridades que bloquearem a remessa de CDs. O documento explica o que são esses CDs, que eles são gratuitos e etc. Mas eu pensei em uma solução definitiva para qualquer bloqueio ou demora de remessas de CDs.

O raciocínio é simples: provavelmente é mais barato prensar estes CDs no Brasil e distribuí-los aqui mesmo do que prensá-los no exterior e despachá-los como a Canonical faz. Como CDs mais baratos significariam mais CDs disponíveis, seria interessante para todos, principalmente para a divulgação do Ubuntu no Brasil. Mais barato, mais rápido. Quer coisa melhor !? :P

Já enviei dois tímidos e-mails a duas empresas (VIDEOLAR.com.br e Microservice.com.br) que são as duas que conheço por atuarem na área de CDs prensados. Também em um inglês fraco, tentei passar a idéia para o pessoal do ShipIt do Ubuntu para ver o que acham da idéia. O que eu preciso é que mais pessoas ajudem a arquitetar melhor a idéia e a mandarem por sua conta e-mails para as empresas mostrando que distribuir CDs do Ubuntu no Brasil pode ser um contrato bastante rentável para eles.

Seria bom que trocássemos informações sobre esse assunto para que unifiquemos as ações sobre esse assunto. Acho que de início precisamos levantar quais empresas no Brasil prensam CDs, depois enviar e-mails para elas, entrar em contato, ver quais que se interessam. Depois discutir com a Canonical,. convencê-los da idéia e pedir para eles quanto custa cada CD enviado para o Brasil. Depois ver entre as empresas interessadas, qual que consegue ter a melhor oferta e apresentar todos os orçamentos para a Canonical. E então eles decidirão qual empresa irão cotnratar no Brasil.

E aí, o que acham ? Me ajudem nessa empreitada !

Abraços,

KurtKraut

Laptop de 100 dólares… para quê ?

Esta é a concepção artística para o laptop de 100 dólares que de acordo com o projeto da ONG OLPC (One Laptop Per Child) seria distribuído no Brasil a cada criança da rede pública básica (Ensino Fundamental e Médio).

O principal militante da idéia é Nicholas Negroponte, ligado ao MIT. Segundo ele, a escolha do Brasil seria pelo seu elevado contingente excluído digitalmente, constatação que duvido que qualquer ubunteiro discorde.

O equipamento possui esse design bem peculiar como forma de evitar furtos e revenda. Ele não seria comercializado, apenas quem recebesse através do governo poderia ter o equipamento. De acordo com Negroponte, “Seria como pegar algo de uma igreja: todos saberiam a origem daquele objeto”.

Tenho que confessar que tecnologicamente o projeto é bastante interessante. Primeiro porque ele é integralmente em software livre e prefere o código aberto. Tanto que a Apple ofereceu seu sistema operacional gratuitamente para o laptop e a oferta foi rejeitada por justamente não ser código aberto. O processador seria um AMD 500mHz, memória flash de 1GB, porta USB e Wi-Fi. Só fiquei saber que escola pública manteria uma rede Wi-fi com seu custo de manutenção e tráfego.

Haveria uma manivela no eixo principal do laptop que com uma girada de um minuto, se garante mais 10 minutos de uso, dando uma autonomia impecável ao equipamento. Também ele conta com bateria e pode ser ligado diretamente na corrente elétrica. O cabo AC do laptop pode ser utilizado como alça em seu transporte. Como seu usuário final em maioria são crianças, ele é todo revestido por uma densa borracha e se preocupa em ter materiais de altíssima resistência.

Para que o valor de 100 dólares por unidade seja atingido, no mínimo a produção teria que ser em torno de 4 e 5 milhões de unidades. Espera-se que, o Brasil aderindo integralmente ao projeto, até 2010 quarenta milhões de alunos utilizem o equipamento.

Tudo isso é lindo, comovente, mas serve para o quê ? Para que colocar no colo de cada criança um laptop se muitos de seus professores sequer redigiram um texto no Word ? Não duvido que crianças por conta própria em poucos meses extraiam tudo que esse equipamento pode dar, mas o professor acho difícil.

Não faz sentido em um país carente de dinheiro em caixa, onde existe fome, você gastar cerca de R$300,00 para que cada criança tenha uma máquina de escrever cara. Só usar editor de texto é desperdício. Um equipamento desse precisa ser utilizado ao extremo. Que tal discutirmos na aula de hoje geopolítica usando o Google Maps. Que tal entrarmos em uma célula e vê-la por dentro ?

Agora para isso, o professor precisa dominar o computador, não apenas utilizá-lo. Existe pouco material didático bom e em português disponível na internet e mesmo que existisse, muitas vezes ele não atende a necessidade que o professor tem na sala de aula. Cada escola tem um programa diferente, aulas diferentes, que de um mesmo assunto como o DNA por exemplo, abordam com uma menor ou maior profundidade. Então o principal responsável pelo material didático é o professor e para justificar um laptop para cada criança, esse professor teria que estar habilitado a usar desde ferramentas 3D até programar em alguma linguagem para atender a sua necessidade.

E isso é um tanto quanto complicado. Não basta ensinar um professor usar um computador, a criar objetos e ambientes 3D e a programar em python. Essas ferramentas são vazias em si quando se pensa na sala de aula. Tem que haver todo um trabalho pedagógico e bem determinado sobre como utilizar essas ferramentas. Usando o exemplo que eu dei, não basta ensinar o professor a programar em python, tem que ensinar e dar a idéia a ele de fazer um programa em python que transforme trechos de DNA em proteínas na telinha do aluno. Um treinamento desse não leva meses, leva anos. Principalmente considerando que um professor para sua subsistência, dá aula em vários colégios em todos os turnos, sobrando quase que nenhum tempo para seu aperfeiçoamento.

Então tenho uma contra proposta para o governo federal que tem estudado o projeto de Negroponte. Uma proposta irrecusável pois ela é melhor, mais barata e se tem maior certeza de seu resultado. Eu proponho trocar os 100 dólares gastos para cada criança em 100 dólares gastos para cada professor. Oferecendo para eles reciclagem de conteúdo, técnicas didáticas, que ofereçam a eles o treinamento para tratar de assuntos como drogas, orientação sexual e orientação profissional. É um investimento exponencialmente mais barato e com absoluta certeza da eficácia, ao invés do risco do subaproveitamento do laptop.

Será que a idéia de um laptop de 300 reais para cada criança da rede pública no Brasil só soa absurdo para mim ?

Abraços,

KurtKraut

Brasil é terceiro solicitador de CDs

O Ubuntu pode ser solicitado gratuitamente através do site http://shipit.ubuntu.com – isso mesmo, você pede pela internet e chega na porta da sua casa sem qualquer custo.

Como o preço para mandar 1 CD é quase igual ao de mandar 50 CDs, eles pedem para que você peça uma quantidade maior do que precisa e divulgue entre seus colegas o Ubuntu. Prática essa que parece cair como uma luva para o jeitinho brasileiro.

O site http://fridge.ubuntu.com em um de seus blocos aleatóris à esquerda revela que o Brasil é o terceiro maior solicitante de CDs do Ubuntu. Eis a lista completa:

1. Estados Unidos
2. Espanha
3. Brasil
4. Chile
5. Alemanhã
6.

Descendo o pingüim da geladeira para o CPU

Aloha,

Pensei que fosse coisa de gringo, mas aqui no Brasil já vi mais de um pingüim decorativo enfeitando uma geladeira em cozinhas. O gozado é que só passei a ver depois da febre ‘Ana Maria Braga’ de simplesmente pendurar, grudar, fixar todos os tipos de pinduricalhos nas geladeiras. Vi uma, certa vez, que pensei que ao abrir a porta, de tanto ímã que tinha, dava para aproveitar a cinética da porta e fazer um gerador de energia elétrica…

Traumas de Física à parte, hoje no Brasil é crescente a saída do pingüim da geladeira para o PC. É festejado o uso cotidiano do Linux como uma saída econômica e tecnológica. Mas vamos com calma Juvenal, não é bem assim que a banda toca.

De fato o Ubuntu é promissor nessa área. Não faz sentido você trocar seu sistema operacional por um que te dê mais trabalho. Afinal, as pessoas querem usar o computador como ferramenta e não como finalidade. Se uma ferramenta dá mais trabalho, exige maior tempo de estudo para utilizá-la bem, não faz sentido adotá-la, por mais que ela seja livre, gratuita e de código aberto. O Ubuntu é uma boa ferramenta que visa dar menos trabalho ao seu usuário.

Mas isso é um caminho a ser trilhado, não um objetivo atingido. Por mais fácil que seja utilizar o Ubuntu, uma hora mais cedo ou mais tarde o usuário irá se deparar com uma telinha de terminal pedindo comandos e aí o mundo de maravilhas se desfaz. A diferença gritante é que, em um ambiente gráfico, por mais que não se saiba o que fazer, o usuário pode clicar aleatoriamente em uma das opções e pagar para ver no que dá. Por tentativa e erro, acaba-se chegando no resultado desejado. Agora em uma tela de terminal, onde você tem que digitar o comando, não há espaço para chute: você tem que saber exatamente o que está fazendo ou terá nenhum resultado.

Estou utilizando Ubuntu há algumas semanas e nesse curto período de tempo já tive que entrar na sala escura do terminal e ter que me virar com ele. Para mim, há dificuldade nenhuma, pois já sou calejado desde o MS-DOS. Agora para o usuário normal, isso é um bocado complicado.

Se você perguntar para um usuário de computador qual é o dispositivo que ele controla o computador a tendência dele (suponho eu) é te responder dizendo ‘mouse’. O mouse controla, manipula as imagens na tela e o teclado fica com a função acessória de por palavras na tela, a serem manipuladas inclusive pelo mouse. Portanto, esse vínculo com o terminal, esse controle da máquina pelo teclado está longe de ser intuitivo.

Mas para dar um refresco para o pingüim, nem tudo está perdido. Já se evoluiu muito e a meta do Ubuntu de publicar uma nova versão a cada 6 meses dá a sensação de que, por mais grave que seja seu problema, uma solução será dada a ele no máximo em 6 meses. Velocidade de desenvolvimento que nem os sistemas operacionais pagos conseguem. Minha primeira tentativa com o Linux foi em 1999 com o Red Hat. Infrutífera por sinal, pois ou as coisas funcionavam por elas mesmas ou não conseguia usá-las. Hoje, a documentação é tão ampla, o suporte é tão disseminado, que basta ser alfabetizado para conseguir sanar eventuais problemas com seu Ubuntu.

A tradução do Ubuntu para português não é uma das melhores, mas é mais do que suficiente para seu uso. Nas partes faltantes, o inglês furreca da escola serve muito bem. E na pior das hipóteses, quem poderá te defender ? Nós, do Ubuntu Brasil. Faz parte do nosso pensamento traduzir para o português do Brasil o maior conteúdo possível sobre o Ubuntu, para que ele seja mais acessível a todos.

De resto, falar do Ubuntu é como falar o quão maravilhoso é um sorvete de chocolate: você só entende do que se fala se experimentar por conta própria. Outras postagens desse planeta ensinam como instalar o Ubuntu ou ainda utilizar o LiveCD, um CD com o qual você tem a oportunidade de utilizar o Ubuntu sem instalar no seu computador. Gostaria de frisar que, ao utilizar o LiveCD, lembre-se que um CD-ROM é extremamente mais lento do que um disco rígido, portanto, não ache que no Ubuntu o mundo corre em slow-motion e sim é seu leitor de CD que não aprendeu a girar rápido o suficiente ainda ;P

Abraços,

KurtKraut