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Linux e Direção

Cockpit de um carro

Lembro-me muito bem do primeiro dia na auto escola. Sentei no banco do motorista e, enquanto meu instrutor ia dando orientações gerais, eu ia varrendo o olhar no interior do carro checando as informações que ele ia passando. Depois de ter explicado alguns itens do painel, ele me deu instruções sobre a postura que eu deveria manter no carro e o que eu deveria fazer. Até que comecei a notar que:

  • Eu tinha apenas dois olhos, mas tinha que olhar para três espelhos
  • Eu tinha apenas duas pernas, mas tinha que pisar em três pedais.
  • Eu tinha apena duas mãos, mas tinha que segurar o volante com as duas e ainda passar a marcha.
  • Minha primeira conclusão: sou deficiente, pois faltavam olhos, pernas e mãos para dirigir. Mas rapidamente me lembrei que muita gente dirigia e que, se fosse tão difícil e caótico como parecia, não teria tanta gente conduzindo pelas ruas. Tomei coragem e comecei a dirigir. As aulas terminaram, fui aprovado no DETRAN e hoje dirijo perfeitamente, com uma destreza bem superior à minha primeira impressão sobre espelhos, pedais e volantes.

    Ao pousar no Linux e no Ubuntu pela primeira vez, talvez você tenha a mesma sensação que tive diante do volante. Sensação de que faltava muita coisa para conduzir aquela máquina. Mas é uma questão de puro condicionamento. O Linux faz tudo que seu sistema operacional anterior fazia. Apenas os menus, botões e configurações se encontram em lugares diferentes, com nomes diferentes, mas nada além da sua capacidade de aprender.

    No início, se começa dirigindo ruim, deixando o carro morrer, pondo em risco outros veículos. Mas progressivamente se aprende a dirigir. Basta querer. Com o Linux é a mesma coisa. Portanto, se você vai experimentar o Ubuntu, coragem, insista. E se você já tem o Ubuntu instalado e ainda mantém o Windows em dual boot, tome coragem ! Remova o Windows ! Só se aprende a dirigir dirigindo.

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    336 Responses

    1. ozp disse:

      eu tenho ubuntu instalado no vmware junto com o windows no meu notebook (meu micro principal de trabalho)

      gostaria muito de usar apenas ubuntu, mas como vou conseguir tempo para fazer tudo funcionar?
      existem ainda detalhes q nao funcionam bem….
      no windows uso praticamente soh software livre, porém domino o windows e nao tenho tempo para fazer todo o backup para migrar pro ubuntu
      tb nao tenho tempo para instalar e customizar o ubuntu

      ontem fiquei mexendo em coisas no ubuntu (q tinha no planeta) e explorando o sistema. fui dormir as 3 da manha

      mas espero que em pouco tempo isso se modifique, pois a versao 6 esta realmente boa

      • franklin disse:

        concordo com um comentário acima, to muito bem com o windows,ele atende minhas necessidades.Mudar é chato,mas às vezes se faz necessário,o que não é o caso.Então,fico com o windows.

      • Os termos persuasivos são realmente válidos porém, a comodidade e a conveniência com que o Windows tem se mostrado no mundo informatizado é de romper com qualquer iniciativa que busca extirpar essa espécie de ordem vigente. Contudo, apenas ”lavar as mãos” diante do pantagruélico empreendimento estrangeiro soaria semelhante à submissão e consentimento. Agradeço aos donos do blog e ao autor da postagem por estimulares a ampliação no campo de softwares e sistemas operacionais.

        Pz,

        Jon Herneck.

      • Rafaella disse:

        Eu concordo que só se aprende a fazer algo praticando, porém antes de dirigir temos diversas aulas e, no início, a presença de um instrutor é imprescindível. Sou usuária do windows e utilizo o computador somente para atividades fáceis (e-mail, sites, acesso a documentos, etc.) e me considero satisfeita. Por mais que o Linux/Ubuntu pareça ter várias novidades a oferecer, não me sinto compelida a trocar meu sistema operacional sem nenhum conhecimento prévio do outro sistema. Talvez um dia. Ótimo artigo.

      • Valquíria disse:

        Achei esse texto muito interessante devido a sua analogia comparativa do aprendizado da direção automobilística com o aprendizado no ambiente virtual Linux, pois ambas em seus respectivos contextos trazem para o aprendiz um certo “desconforto” em meio ao desconhecido e inseguro universo do “novo” e como nós nos lidamos com essa realidade e nos adaptamos.

      • Lucas Assis disse:

        Ótima metáfora!!!
        Eu, ainda com medo do desconhecido, continuo usando meu windows.

    2. Rafael Sfair disse:

      e o melhor do Ubuntu é não ter que pagar o IPVA para usar :-)

    3. Og Maciel disse:

      Mais um excelente artigo, meu amigo! Sobre 3 pernas, olhos, e mãos, é só esperar pela evolução (evolution). ;)

      Abraço,

      Og

    4. Alex Rocha disse:

      Ótimo artigo amigo!!! ;)
      Eu uso uma comparação bem parecida. Imagine você acostumado com seu quarto do seu jeito. E então chega alguém e troca as coisas de lugar?
      Bem, no inicio você fica perdido, mas você sabe que as coisas estão ali, e que apenas basta procurá-las e deixá-las de uma forma que você se sinta confortável. “Com o Linux é a mesma coisa.”

      []’s
      Alex Rocha

    5. Marcos Fiszer disse:

      Parabéns pelo artigo!
      Hoje a minha realidade está dividida,no meu trabalho,sou profissional de saúde do serviço público( uma barra pesada!),a questão da informática só tem um nome : windows!Já faz alguns dias e tive de escutar de uma “agente de administração” que é uma daquelas pessoas que passam o dia usando o computador para digitar documentos oficiais,planilhas,etc,que “odeia o openoffice” tentei convencê-la do contrário (a versão que se usa lá ainda é a 1.0 rodando no windows 2.000 que me prontifiquei a atualizar mas “não é permitido”!!!)o que foi totalmente em vão,ela só que usar o msoffice!Tentei explicar a questão do sftware livre e como a coisa funciona,até levei o live cd do Ubuntu(na verdade Xubuntu senão o pc não daria boot) e dei boot na mesma máquina ,o pessoal achou “legal” e só.O que tentei fazer deveria ter sido feito pelo departamento de TI de maneira profissional(que na verdade é uma empresa municipal exclusivamente para esta finalidade) a fim de aos poucos convencer os servidores administrativos da eficiência e alternativa do SL/CA.Estou comentando este fato longo porque acredito na necessidade de se fazer um trabalho direcionado para os profissionais administrativos do serviço público,pelo simples fato deles serem formadores de opinião,assim como os funcionários das empresas privadas.Esta estratégia teria longo alcance chegaria nos lares destas pessoas,então elas começariam a usar o Ubuntu(como exemplo) sem medo,assim como quem começa a utilizar um carro pela primeira vez,tal como foi brilhantemente exemplificado.
      Fica a questão de como poderíamos atingir estes profissionais de uma maneira inteligente e eficiente para que eles pelo menos experimentem outro S.O,que pela prática vejam satifazer suas necessidades profissionais cotidianas.Desculpe me alongar,foi um desabafo.

      • O texto é fantástico, visto que o objetivo inical é estimular o aprendizado e que vale a pena tentar o novo. É tudo uma questão de adaptação, de coragem, aprendizado, enfim, de perder o medo. O texto é simples, mas transmite uma mensagem muito interessante, de uma forma bastante fácil e direta.

    6. Clap, Clap, Clap!!

      É exatamente isto aí, é apenas uma questão de prática e boa vontade!
      Excelente artigo!

      Abraços!

    7. Adrix disse:

      Texto muito bem ilustrado.

      Serve perfeitamente para mostrar as pessoas que sempre colocam dificuldades em qualquer obstaculo que encontram, que vale a pena tentar o novo, se esforçar. Tudo na vida é a base de esforços e aprendizados.

      Deixei o texto aberto para meus irmãos mais novos lerem…(hj já usam lnux)..
      eles mesmo perceberam que o texto descreve a realidade que antes eles não conseguiam exergar.

      Parabéns!!!

    8. Renato disse:

      Parabéns. Antológico!

    9. Shirlei disse:

      Esse medo diante da tecnologia parece maior do que o medo diante do que é novo. O Linux com toda a sua possibilidade de criação e desenvolvimento realmente parece assustar, principalmente em um mundo cheio de padronizações como o nosso, em que alguém (ou grupo) pensa que sabe o que precisamos e o que podemos.

    10. Cinara disse:

      Como exímia (e modesta) motorista, me proponho outro desafio: foi instalar o LINUX na mesma época em que voltarei a tentar aprender a andar de bicicleta. Mantenho vocês informados.

    11. Monica disse:

      Parabéns por nos encorajar!
      Na verdade ainda sou simpatizante do Linux, mas espero utilizá-lo o mais rápido possível.

    12. Eliana Souza disse:

      adorei a criatividade e os bons exemplos da prática do Linux na vida de vcs…por enquanto aqui na terrinha de Drummond, nada se sabe sobre o tal Linux…A partir de agora terei mais essa funçõa: espalhar o Linux como um vício que veio da capital…espero saber utilizar e “me dar” bem c/ vcs.
      Até!!!

    13. Flaviane disse:

      Gostei muito do seu texto! Criatividade e originalidade empregadas em uma linguagem do cotidiano. Embora tenha usado de bons argumentos para defender o uso do Linux, ainda fico um pouco receosa de utilizá-lo…Sou ainda retrógrada para esses assuntos movidos a bits…
      Abraço!

    14. Fernanda Caroline FA disse:

      Parabéns! Excelente artigo! No momento ainda estou na fase do sentimento de deficiente perante os vários conceitos, ideologias e funções linux, mas diante do texto e dos depoimentos acima, confesso que realmente não deve passar de um “puro condicionamento”.Espero não precisa matar ou atropelar ninguém no caminho!
      Mesmo com algumas dúvidas e um certo receo agora me sinto mais encorajada a utilizá-lo.

      Abraço!

    15. Daniervelin disse:

      Gostei do texto e da comparação. Na verdade também fui obrigada a aprender a “dirigir” o linux sem nem saber que assim se chamava. O sitema foi instalado onde morava e não havia opção de Windows. Foi difícil, árido (para ser mais clara), no entanto, com pouco tempo lá estava eu achando problemas e defeitos no Windows por ter me acostumado ao Linux. Hoje na UFMG contamos com uma sala de computadores com o Linux. Sempre que posso vou até a Biblioteca Central e entro no mundo Linux. É legal, talvez seja uma questão de tempo e de habilidades a ser desenvolvidas. Valeu.

      Abraços!

    16. GabrielaFernandaMA disse:

      Adorei a analogia. Me remeteu quando tirei minha carteira. Tudo que é novo, gera estranhamento; mas não a nada que a prática não resolva. Com as discussões da isolada e seu texto me fazem olhar com outros olhos o software livre.
      Um abraço

    17. jucimaria disse:

      Realmente tudo que é novo impressiona, e o linux me causa medo, o que aconteceu quando aprendi a dirigir, mas se aprende praticando e espero não ser diferente com o Linux. Afinal é uma questão de tempo e coragem.

      Abraço!

    18. AneCarolineFRibeiro disse:

      Gostei muito do seu artigo. Vc fez uma boa analogia entre aprender a dirigir e aprender qualquer coisa sobre software livre. Eu tenho conversado muito com as pessoas a respeito das vantagens e desvantagens de se ter um Linux e a maioria delas nao se interessa porque nao o entende e porque tem medo de mudanças (como algumas pessoas tem medo de dirigir). Acredito que a falta de informação cause o estranhamento e isso afasta as pessoas de coisas novas como estas.

    19. nomadsoul disse:

      Uma boa medida é começar a dirigir com o minimo possivel antes da transição.

      foi oq eu fiz. Me desapeguei a tudo. Agora posso me adaptar a qualquer situação…inclusive console puro…ok, exceto email, que não da pra abrir no Links…

      abs

    20. Renata Lamas Galvani disse:

      Parabéns pela analogia!

      Você conseguiu decifrar exatamente o que sentimos ao entrar em um projeto como este. Realmente me lembrei da primeira aula na auto-escola e devo confessar que até chorei naquele dia!!! Mas vou tentar manter a calma e aprender o passo a passo da sugestão de vocês!

    21. Ludimila Kyrath disse:

      Adorei o tema abordado no texto me fez lembrar o primeiro dia em que eu entrei num carro para a prender a dirigir é uma situação de impotencia a gente sempre acha que nunca vamos conseguir chegar ao objetivo final que é tirar a carteira. Gostei muito da analogia que o autor faz com os progamas linux e o ubuntu e tirar carteira, poruqe realmente assim que funciona quando deparamos com coisas novas achamos que nunca vamos dar conta de progredir naquilo mas quando nos esforçamos e vemos resultado é uma satisfação muito grande, pode ter certa que ao ler esse texto vou pensar seriamente em ter esses “programas” no meu computador.

    22. Ludimila Kyrath disse:

      Adorei o tema abordado no texto me fez lembrar o primeiro dia em que eu entrei num carro para a prender a dirigir é uma situação de impotencia a gente sempre acha que nunca vamos conseguir chegar ao objetivo final que é tirar a carteira. Gostei muito da analogia que o autor faz com os progamas linux e o ubuntu e tirar carteira, porque realmente assim que funciona quando deparamos com coisas novas achamos que nunca vamos dar conta de progredir naquilo mas quando nos esforçamos e vemos resultado é uma satisfação muito grande, pode ter certa que ao ler esse texto vou pensar seriamente em ter esses “programas” no meu computador e não mais o Windows

    23. Mateus disse:

      Excelente texto. O que realmente falta hoje para as pessoas passarem a usar mais o Linux é dedicação. No mundo agitado e corrido em que vivemos, todos estão acomodados com as coisas. E não seria diferente com o Windows. Ninguém quer gastar tempo para aprender a “dirigir” o Linux. Então, o que falta nas pessoas hoje é um pouco de esforço e dedicação, principalmente para aprender coisas novas.

    24. Marianna K.L. disse:

      Gostei muito do texto, bem escrito e com uma boa ligação entre as ideias, o que é cada vez mais difícil de se ver atualmente, principalmente nos meios de comunicação digitais. O primeiro contato com algo que desconhecemos geralmente causa estranhamento, mas nada que a convivência, o cotidiano, não seja capaz de desfazer. O software livre muitas vezes é demonizado, sendo que a maioria das pessoas que o fazem não dedicaram nem algumas horas para tentarem compreendê-lo. Penso que se estas pessoas pelo menos tentassem entender que o novo muitas vezes é melhor, mas depende de um certo tempo para adaptação, elas não desistiriam tão fácil.

    25. André Alves disse:

      Boa comparação. Coragem para iniciar a prática em software livre é tudo o que precisamos para conseguir essa independência.

    26. Melina Melo disse:

      É bom saber que outras pessoas, assim como eu, têm medo do novo e se sentem “deficientes”, a primeira vista, diante do Linux (e de um carro rs).
      O texto é muito interessante e nos estimula a insistir, a ter boa vontade e curiosidade para aprender um pouco mais.
      Talvez, se divulgássemos mais, se mostrássemos às pessoas que software livre não é nenhum bicho de sete cabeças, esse receio inicial fosse menor.

    27. Franz disse:

      não gostei da analogia, mais não posso dizer que não é valida

    28. Juliana disse:

      Achei muito interessante a analogia, pois senti a mesma coisa quando comecei a dirigir e sinto a mesma coisa hoje quando penso em Linux, Windows… ou seja, tecnologia. Lendo seu relato me deu coragem de arriscar a aprender mais sobre o tema!

    29. Lincoln Bizerra disse:

      Ótima comparação! Eu nunca tive acesso ao Linux ou ao software livre. Com esse artigo começo a cogitar a possibilidade de mudar de Windows para o Linux. Mas não é fácil a adaptação para outro sistema, mas se fosse tão difícil e não tivesse nenhuma vantagem, não seria tão utilizado. Farei o teste.

    30. Nayara Gonzaga disse:

      A comparação entre o Linux e a direção é ideal para mostrar a resistência que as pessoas geralmente tem ao que é novo, diferente, ou não convencional. Entretanto, é tudo uma questão de adaptação, de coragem, aprendizado, enfim, de perder o medo (o que serve tanto para a utilização do Linux quanto para dirigir!). O texto é simples, mas transmite uma mensagem fantástica, e o mais importante, de uma forma fácil, clara e direta. Parabéns pelo texto Thiago! Merece ser divulgado, para encorajar e motivar cada vez mais pessoas.

    31. sandra disse:

      Porque que alguém deveria ser dar ao trabalho de aprender a mexer na marmota do Linux (me desculpem, mas ele é uma marmota mesmo!) se já tem um Windows todo bonitinho instalado no computador? Pra mim, isso é perda de tempo (para não falar em burrice). O Windows é muito mais fácil de mexer, muito mais bonito e prático. E falo isso com conhecimento de causa, pois sou obrigada a usar o Linux no meu trabalho. E sim, eu concordo com a moça citada acima: eu odeio o BrOffice! Ele é infinitamente inferior ao Office normal! E se o problema é “pagar o IPVA”, como alguém comentou, é só pegar uma cópia pirata oras!

    32. João Paulo Lorenzini disse:

      Gostei da comparação! Sempre time receio de migrar do windows para o Linux mas lendo esse e outros artigos seus irei testar-lo assim que possivel.

    33. João Paulo Silva Lorenzini disse:

      Gostei da comparação! Sempre tive receio de migrar do windows para o Linux mas lendo esse e outros artigos seus irei testa-lo assim que possível.

    34. Raquel Góes disse:

      Em todas as situações de nossa vida, sempre é bom tentar romper a barreira do preconceito.
      Adorei mais essa analogia.

    35. Daniela Carvalho Cordeiro disse:

      Analogia bem construida.Como tudo nessa vida,precisamos de um tempo para adaptação.A primeira vista,o Linux me pareceu uma alternativa inutil de sistema operacional.Me equivoquei!Com o passar do tempo,fui recebendo críticas favoráveis a essa ferramenta,inclusive de parentes ‘mais velhos’,me incentivando a usar o Linux em detrimento aos demais sistemas operacionais.Pensei : se estas pessoas que,aos olhos da população jovem,desconhecem a tecnologia,conseguem utilizar – com louvor- esta ferramenta,por que eu não conseguiria e apreciaria da mesma forma?assim como eu posso aprender a dirigir e a falar um novo idioma,eu posso também aprender a utilizar essa nova ferramenta,mesmo que isso demande certo tempo.Basta tomar a iniciativa,praticar e … desfrutar.Simples assim!

    36. Ricardo de Andrade Azevedo disse:

      Ótima analogia!!!
      Temos que romper as barreiras e costumes e dizer não as sociedades “engessadas” pelo padrão! O Linux seria isso!! a “esquerda” do softwere…rsrs

    37. luiza savaget disse:

      A sua forma metafórica de explicar o funcionamento do Linux foi bem didática para pessoas absolutamente desentendidas do assunto (tipo eu!) conseguirem entender e, talvez, perder um pouco o medo de mexer nesta máquina tão fantástica (e medonha, as vezes) que é o computador.
      Eu ainda não tive coragem de tentar “tirar carteira” neste universo da informática. Mas quem sabe logo logo não estarei “dirigindo” por aí? rsrs
      Parabéns pelo texto e pelas analogias! gostei :)

      • Achei bastante válida a analogia feita em seu texto, visto que ela reproduz exatamente nosso comportamento frente às novidades. Eu mesma experimentei a situação descrita por você, quando me vi obrigada a utilizar o Ubuntu em meu trabalho. No início fui bastante resistente, sentindo muita falta principalmente das funcionalidades do Microsoft Office. Contudo aos poucos fui descobrindo que, apesar da ausência do Office, o Ubuntu possuía muitas ferramentas e facilidades que o Windows não me fornecia. Uma das facilidades que posso citar é a possibilidade de trabalhar com diversas áreas de trabalho simultaneamente, o que mantém meu trabalho muito mais rápido e organizado. Sei que ainda não terei coragem de remover o Windows do meu computador, mas pelo menos não sou mais tão dependente dele.

    38. Fabíola da Silva Sales disse:

      Aprender informática é sempre um grande desafio para mim,navegar no Linux então é sensacional e a analogia feita pela professora é o máximo.Então, que aprendamos a dirigir este novíssimo software!!!

    39. elis silveira disse:

      Parabéns por seu artigo!!

      Você conseguiu com seu comentarioa fazer uma comparação muito bacana entre a direção e o linux.Ao meu ver você fez com que as pessoas tirassem um pouco desse medo de mudar para o linux,tirando esse “certo medo ”
      Foi uma analogia muito interessante

    40. BARBARA C REZENDE disse:

      As vezes,pensamos que não podemos fazer algo,principalmente quando desconhecemos,e com o passar do tempo discubrimos que tão facil e prazeroso.Fazemos analogia,pois se pensarmos bem tudo na vida se volta para algum sentido ou metas a ser conquistadas.

    41. Rosinely disse:

      Muito interessante a comparação seve para animar as pessoas diante de qualquer situação dificil que esteja vivendo. Serviu para mim como motivação.

    42. Raphael de Matos Martins disse:

      Achei interessante a analogia que o autor fez..Concordo em utilizar o linux ao invés do windows.. Além disso, o autor passa uma mensagem de encorajamento com seu texto.

    43. Mariana Paulino Brandão Teixeira disse:

      Gostei da analogia com a auto escola, como um DESAFIO. Muitas coisas podem parecer difíceis e complexas à primeira vista, mas cabe ao interessado encarar o desafio, treinar, persistir e obter sucesso. Como dito no texto, “O Linux faz tudo que seu sistema operacional anterior fazia”. Assim, não tem mistério: é encarar o desafio e, posteriormente, usufruir dele.

    44. Hugo Vellozo disse:

      Gostei muito do paralelo que você traçou entre começar a dirigir e começar a usar o linux. Lembro que quando comecei a mexer no linux, o que me “irritava” era a falta de paralelo com o Windows. Só que o linux não é pra ser igual ao windows., então tem que se dedicar a explorar o novo sistema para aprender a usar e extrair aquilo que é de interesse no Sistema Operacional… assim como tudo na vida, você deve se aventurar a aprender pois o conhecimento não vem do nada.

    45. Alvaro disse:

      Parabéns pela brilhante análise.

      Tudo na vida passa pela aprendizagem. E toda aprendizagem passa pela tentativa. E quando nos permitimos estar aberto ao novo e nos desligarmos de antigos paradigmas podemos aprender de verdade.

    46. MARIANA disse:

      Nossa, adorei a analogia da direção e do uso do linux. Eu ainda sou uma pessoa resistente a tecnologia, mas aos poucos estou sendo conquistada por essa comunidade chamada software livre. É um começo um pouco difícil, mas chegarei lá.

    47. Lorenna disse:

      O texto em paralelo com as primeiras aulas de direção explica muito bem nossa reação ao desconhecido (ou ao que não estamos acostumados). Serve de motivação para experimentar o novo, curtir tudo que nos é oferecido.

    48. Achei muito interessante a comparação feita entre um aluno na auto escola e um usuário iniciando a utilização de software livre. Muitas pessoas, têm o costume de estranhar o que é novo, quando no início. Mas, com o passar do tempo, de acordo com a prática adquirida nota-se mais segurança e firmesa para a execução daquilo que antes era algo difícil de realizar.

    49. Luisa Peixoto disse:

      O ser humano é um ser adaptável, mas não é porque conseguimos nos adaptar a uma situação que esta seja a melhor. Por exemplo, quem não tem carro aprende quais os melhores ônibus e horários para ir de um lugar a outro… Mas sinceramente, posso estar super bem adaptada a andar de ônibus que ainda prefiro meu carrinho.
      Posso aprender e me adaptar ao Linux, ainda prefiro o Windows. É um sistema bem mais simples e intuitivo.

    50. Achei muito interessante esta análise, porém é importante notar que o sistema operacional é apenas uma ferramenta e que cada um tem um propósito diferente durante o uso. O Ubuntu permite coisas que o Windows não permite e vice-versa, então concluo que o usuário deve saber os prós e contras de cada um ao escolher.

    51. Natália disse:

      Muito interessante esta analogia…
      Temos medo do que é novo, mas com o passar do tempo vemos que basta se esforçar que aquela atividade passa a ser rotineira.
      Tenho me interessado bastante pelo Linux… Creio que um dia desses vou conhecê-lo melhor…

    52. Fantastica a analogia, muito interessante mesmo. De fato temos medo daquilo que é novo, e acabamos criando barreiras além das necessessarias. Temos que passar a entender aquilo que é novidade como um fato novo, e não como um fato dificil.

    53. Realmente, considero sua comparação muito valida, as pessoas que tem preguiça de tentar algo novo, que na verdade poderia ser algo até melhor, não tentam pois tem medo de arriscar…nunca devemos nos sentir tão seguros com as coisas prontas, devemos arriscar para melhorar. Parabens

    54. Parabéns Thiago pelo artigo! Com objetividade, criatividade e simplicidade você me demonstrou que o Linux não é coisa de outro mundo, assim como os carros também não são!

    55. Albert disse:

      É uma analogia realmente muito interessante e prática.
      Eu particularmente sempre tive curiosidade de usar o Linux mas só tive coragem mesmo quando fui “obrigado” por certas disciplinas em meu curso superior.

      Já comecei pelo Ubuntu e me surpreendi! Verdadeiramente existem diferenças e certos processos que costumeiramente fazemos em nossos Sistemas Operacionais “de origem” — entenda-se Windows — são executados de formas diferentes. Não podemos negar que há uma certa dificuldade inicial mas há muitas qualidades também inegáveis: velocidade, credibilidade, controle, organização, simplicidade… por essas e outras me mantenho usando o Ubuntu e sempre atualizo a cada nova versão. Mas tenho de confessar que ainda uso o Windows também: por falta de tempo e por algumas dificuldades “chatas”, não me aventurei a adaptar todo o sistema operacional do Linux para minhas necessidades.

      Na minha opinião, a maior vantagem deste e outros sistemas operacionais livres é o fato de já virem acompanhados com um variado e poderoso leque de aplicações… é só instalar e já está pronto para o uso com muitas ferramentas já configuradas, além disso, para suprir outras necessidades, é muito fácil procurar na internet e encontrar novos softwares livres pois este segmento está em franco desenvolvimento.

      Concordo: pra aprender, tem que usar… e eu também recomendo!

    56. Achei muito interessante sua analogia do mundo novo da direção e o mundo novo do Linux e Ubuntu. Com toda certeza que a prática leva a um melhor conhecimento, porém, temos que levar em conta os inúmeros programas necessários no nosso dia-dia e que não são compatíveis ao mundo Linux e Ubuntu. Devido a esse empecilho, ainda apoio o uso do Windows.

    57. Luísa disse:

      Gostei muito da analogia feita! Sentia-me exatamente como você descreveu nas aulas de auto-escola. Agora, com o início de minha inserção no mundo do software livre, tenho a mesma sensação de que será impossível aprender e dominar o novo. Entretanto, acredito que ainda vou conseguir. Parabéns!

    58. Rafael disse:

      Muito interessante a compraração que realizou. Não tenho a experiência com software livre, mas sei muito bem como é a sensação de aprender a dirigir. Acredito que a utilização de softwares livres deve trazer um prazer muito grande para o usuário, pois ele deve ter a sensação de contribuinte e construtor daquela ferramenta.

    59. Clayton disse:

      A comparação dos doias assuntos foi muito feliz, pois as sensações ns duas situçaões nos deixam sem saber como agir. Assim, o medo do que é novo pode acabar nos privando de algo bom.
      A verdade é encarar os fatos, já que “Só se aprende a dirigir dirigindo.”

    60. Achei o texto muito interessante. Na maioria das vezes, as pessoas tem medo ou receio de se aventurar em algo que é novidade para eles. Mas é preciso arriscar e tentar, só assim pode-se avaliar e fazer uma comparação entre o novo e aquilo a qual estamos acostumados.

    61. Pedro Henrique Costa Fonseca disse:

      O medo do novo realmente nos faz perder grandes oportunidades, como conhecer um novo sistema operacional, como o Ubuntu. Belissima analogia com o aprendizado de direção

    62. Yuri disse:

      É interessante porque eu me identifico com as duas situações propostas pela analogia do texto. Tirei minha carteira de motorista a pouco menos de um ano e, antes das aulas de direção, devo ter “brincado” com um carro uma ou duas vezes. Comecei muito mal e só hoje estou conseguindo mais confiança. É, realmente, a prática que leva a uma maior segurança e perícia. Ainda não venci essa barreira com o Linux mas, concordo com o texto, o Linux faz o que os outros fazem e que tenho capacidade para aprender.

    63. Ao ler o seu texto, lembrei-me de quando usei GNU/Linux pela primeira vez. Isso foi por volta do ano de 1998.

      Naquela época, baixar uma imagem de CD pela Internet não era algo tão fácil quanto é hoje. Além disso, buscar informações sobre o sistema era uma tarefa bastante complicada — não existia o Google para nos ajudar. Por isso, recordo-me de ter comprado uma revista que vinha com o Slackware e algumas explicações sobre o processo de instalação.

      O Slackware era — e ainda continua sendo — um sistema bastante arisco para usuários considerados inexperientes. Mesmo assim, consegui instalá-lo e configurar os principais dispositivos.

      A adaptação ao sistema demorou um pouco. O Slackware, já naquela época, era muito mais avançado do que o Windows 95 que eu costumava usar. Existiam conceitos de segurança que eu não entendia. Ademais, a interface gráfica era muito mais bonita e permitia vários tipos de customização que o concorrente da Microsoft nem sonhava em disponibilizar.

      Hoje, sou estudante de Sistema de Informação na UFMG e defensor declarado do desenvolvimento e do uso de software livre — talvez, porque eu tenha usado GNU/Linux na juventude, vai saber. Já não uso mais o Slackware e, desde 2008, tenho a distribuição Debian instalada em meus computadores.

      Espero, sinceramente, que várias pessoas, ao lerem o seu artigo, mudem de ideia e tentem usar o GNU/Linux. Elas verão que o sistema é muito bom e que não é necessário copiar software ilegalmente para poderem realizar tarefas de forma correta e eficiente em seus computadores.

    64. Mônica disse:

      Ótima forma de abordar dois assuntos tão distantes que se tornam tão proximos, e de falar do novo que nos parece tão difícil e que após ler esse texto nos dá coragem para conhecer e fazer uso do novo.

    65. Ana Paula disse:

      Olá! Realmente as novidades nos parecem difíceis de serem superadas em um primeiro momento, mas com esforço e dedicação conseguimos superar essas barreiras e afinar nosso viver. E porque não tentarmos se podemos ter uma opção melhor e mais justa que a atual?

    66. Lucas Alves disse:

      Achei muito boa essa comparação de carro e linux, foi muito inteligente. Eu já tive contato com linux e ubuntu outras vezes, e realmente é só uma questão de costume. Eu acho que qualquer um pode pegar o jeito em algumas horas ou até menos!

    67. Eduardo disse:

      Olá meu amigo…
      A princípio confesso que achei a comparação feita um pouco boba, isso pelo simples fato de achar uma facilidade muito grande a ação de dirigir. Porém ao analisar achei brilhante tal comparação, ou seja, ela nos mostra que devemos atuar em um desafio aparentemente difícil e ver que ele não passa de uma coisa simples e fácil de ser executada.

    68. Gostei muito da analogia! Meu irmão estuda Sistemas de Informação e usa o Linux. Ele sempre disse que é melhor que o Windows, mas nunca tive coragem de trocar porque achava muito difícil. Bom, se eu tirei carteira, porque não aprenderia não é mesmo?! Parabéns pelo texto!

    69. Acredito que o mesmo se aplica à mudança para o teclado Dvorak que foi desenvolvido para facilitar e melhorar a digitação, porém poucas pessoas e empresas adotam o sistema por ser “difícil” de se adaptar.

      Uso sistemas unix há alguns anos e posso dizer que é bem mais prático do que o Windows.

    70. Estou fazendo um curso de produção de texto cujo tema é a cultura e o software livre. Acho a filosofia muito interessante, mas sempre fico me perguntando sobre como o autor/escritor vai se sustentar sem o pagamento dos direitos autorais.
      Outra questão que me faz sentir-me excluída da utilização do sotware livre,
      embora o texto deste blog sobre a experiência de aprender a dirigir um carro diga que basta encarar o desafio, é que não conheço a linguagem e não consegui sequer instalar o linux no meu computador. Um analista de sistema me diz que isto é um trabalho para a área dele. Cheguei a entrar em um blog e fazer um pesado download do que seria o linux. Mas não sei como prosseguir com a instalação.
      Preciso saber como entrar em contato com pessoas que me cedam sua experiência porque na base do “made self man/women” não será possível usufruir do software linux ou outros que não sejam o windows. O windows, embora custe caro, tem sua utilização mais divulgada e, como quase todo mundo usa, fica mais fácil operar o sistema. Se alguém vir este comentário e puder me ajudar, meu e-mail é [email protected] Ficarei grata se alguém puder me esclarecer como entrar para este “metier” do software livre.

    71. Como esse texto me lembrou a primeira vez que fui usar um computador, tantas teclas, mouse, botões, não sabia onde estava nada, cada mensagem que aparecia na tela era um susto. Mas vamos aprendendo com o tempo e determinação, hoje já não me “assusto” mais.

    72. Interessante a comparação que você fez. O único contato que tive com um sistema Linux foi no meu antigo curso de inglês. Eu cheguei a utilizar o computador por pouco tempo, e sim, me sentia totalmente perdido. Após esse contato, desejei sempre utilizar o Windows. O que acontece, é que quando começamos a aprender a utilizar o computador, geralmente aprendemos com o Windows. Um motorista estranha quando dirige um carro diferente do dele. Apesar de eu amar o Windows, e ter utilizado desde o 98 até o 7, estou seriamente tentado a utilizar o Ubuntu. E, quando começar a testar o novo sistema, lembrarei deste texto e não desistirei nos primeiros dias. Parabéns pelo post.

    73. Boa tarde!

      Gostei muito do texto abordando o assunto da inclusão e da aceitação de novas informações em nossas vidas, é de suma importância a insistência em aceitar coisas novas no nosso cotidiano, por mais que achamos difícil no começo acabamos por acostumar, além que cada vez mais o mercado exige profissionais que saibam operar com ambos sistemas.

    74. gabriela disse:

      cara,muito bom seu artigo,vc conseguiu nos encorajar a respeito da substituição do windows pelo linux.confesso que sempre tive um certo medo, talvez,assim como a direção, falte habilidade suficiente. através do seu artigo consegui enxergar que está habilidade só chegará na tentativa,”colocando a mão na massa mesmo”.

    75. Muito interessante a analogia feita; mas confesso que, ainda cursando uma disciplina que esteja tratando desse assunto, tendo um irmão mestre em ciência da computação e JÁ TENDO USADO O LINUX, considero-me uma “deficiente”, pois não entendo nada de software livre.

    76. Cada dia que passa percebo a necessidade em utilizar softwares livres como forma de diminuir a pirataria e dar acesso aos que não possuem condições de utilizarem um softaware pago.
      Sou a favor dessa idéia.

    77. Muito interessante o texto. A comparação é bastante motivacional. Linux, aí vou eu…

    78. É muito interessante essa idéia de aposentar o windows, mas para mim ainda é difícil fazer algo desse tipo.Em particular, eu mantenho o ubuntu e o windows7 em dual boot, e utilizo o ubuntu somente em casos extremos, eu poderia facilmente eliminar o windows, mas existem umas facilidades que o windows oferece que ainda não estou disposto a perder.Mas, como você cita no texto, isso deve ser apenas falta de treino.

    79. Ótimo artigo!

      Bastante encorajador tanto para o nerd que não tem habilitação, quanto para o habilitado que não sabe de linux.

      Brincadeiras à parte achei ótima a analogia, O software livre não tem mistério algum para aqueles que já estão habituados ao windows, mas quanto aqueles que não estão incluídos digitalmente, aí já são outros 500…

    80. Parabéns pelo artigo!
      Gostei muito da maneira como foi abordada a questão das dificuldades que todos nós temos ao estarmos de frente com algo novo, desconhecido. E me vi no texto completamente, tanto em relação à direção quanto ao Linux e Ubuntu. Esse texto é bastante motivacional e me inspirou a criar coragem para descobrir mais sobre esse mundo de softwares livres, que hoje é tão distante para mim.
      Parabéns novamente pela iniciativa!

    81. João Gabriel disse:

      Mto boa a comparação. Acho que para todas as habilidades nas quais queremos obter perfeição o condicionamento é fundamental, o treinamento é essencial até mesmo antes de uma prova na faculdade

    82. Fabrício disse:

      Foi uma boa comparação para fundamentar o uso do software livre. Também estou fazendo o curso de Produção de Textos e diante dos textos que tenho lido sobre o assunto pretendo começar a utilizar o Linux.

    83. leticia disse:

      gostei muito do seu texto…
      vc conseguiu transmitir pra gente sobre os problemas do software livre apartir de um problema vivenciado no cotidiano…tudo na vida agente so consegue apartir de muito esforco,eu por exemplo,para pegar no volante depois de tirar carteira foi um custo,mas consegui…e acredito que com o software seria o mesmo,dificil apenas no comeco..

    84. Gostei muito do seu artigo, KurtKraut.
      Confesso que me motivou a continuar a mudança para o Linux.
      Comecei a utilizar o SO na faculdade em um laboratório de software livre (www.dees.ufmg.br/insane).
      Tenho um SlaxLinux no pen-drive mas ainda não tive tempo de me adaptar à nova concepção, mas pretendo que este seja o único SO instalado no meu computador.

      Realmente, somente se aprende a dirigir dirigindo.

    85. Concordo com o que você disse, pois ninguem nasce sabendo. Aliás, a maior capacidade e mais brilhante do ser humando (acho eu) é a adaptação, pessoas perdem a visão, parentes, mebros e mesmo assim se adaptam e continuam a enfrentar a vida.

    86. Interessante a comparação do linux com a auto-escola. É uma boa maneira de tentar convencer as pessoas a utilizarem o linux, nunca tinha pensado neste tipo de analogia.
      Já conheci muita gente que tem medo de usar por ser diferente do habitual ou por falta de informação. Sempre procuro incentivar as pessoas a utilizarem o linux, com um pouco de tempo e prática você acaba gostando.

    87. Muito legal a analogia. É fato que a vida é repleta de novas experiências, e só com coragem, dedicação e muita insistência somos capazes de aprender alguma coisa com elas. Mas confesso que acho que é bem mais fácil aprender a dirigir do que se acostumar com o Linux.

    88. Bom, o comentário é realmente pertinente. A maioria das pessoas não utiliza software livre porque é algo novo, demora certo tempo para se acostumar e dominar. Dessa forma, acho que um grande incentivo para que os softwares livres possam ter maior aceitação e utilização seria uma maior difusão de seu conhecimento e uma interface mais amigável. Digo isso porque a maioria dos usuários de Linux, por exemplo, são usuários avançados de computadores e uma interface Linux que lhes pareça intuitiva, é na verdade para muitos bastante confusa. A maior difusão também seria necessária pois ainda é muito difícil achar boas referências bibliográficas de software livre em português, principalmente fóruns.

    89. Raiane disse:

      Adorei o texto!!!
      A comparação entre direção e Linux foi perfeita. A linguagem utilizada foi bastante esclarecedora e objetiva.

    90. thalesfc disse:

      O texto é divertido e demonstra que a dificuldade inicial com o Linux pode ser vencida com a prática. Entretanto, é preciso lembrar que ao usuário cabe a liberdade de escolha do sistema que melhor o atenda.

    91. A analogia foi bem interessante. Um dos grandes problemas em relação ao novo é o preconceito. E este texto pode ajudar a quebrar preconceitos por parte de muitos. Não sou contra o Windows, mas sou contra a pirataria. Acho que o software livre e gratuito deve ser incentivado. Porém, o Windows também tem suas qualidades e utilidades. E isto me leva a discordar em certo ponto da frase “Remova o Windows !”. Não há necessidade de removê-lo (Desde que o Windows seja original!) para aprender utilizar o Linux. Eu posso ter um Stylo e um Mille na garagem, se eu quiser e puder. ;-)

    92. Thiago Moura disse:

      Parabéns pelo artigo!

      Muito interessante comparar a direção com os softwares livres. Na verdade tudo o que você começa do nada parece ‘de outro mundo” porém à medida em que você vai praticando ele se torna mais fácil de entender e de utilizar. Não podemos simplesmente desistir de aprender coisas novas só porque não as entendemos muito bem, devemos procurar progredir e praticar sempre, só assim iremos aprender e dar valor para os softwares livres.

    93. Andressa Melo disse:

      Penso de uma maneira diferente, não concordo com a analogia. Por mais que a pessoa se sinta receosa e meio perdida nas primeiras aulas de direção, aquilo ali é algo absolutamente necessário (se você quer dirigir, não tem outro jeito, vai ter que enfrentar as aulas de direção e aprender). Ao contrário do uso do Linux, que não é algo necessário (é opcional), pois você pode muito bem usar o Windows, muito mais fácil e prático, e não precisará enfrentar nenhuma dificuldade. Para mim, é como se você tivesse a opção de aprender a dirigir com um carro comum e outro automático (no qual você não enfrentará o problema de ter “apenas” duas mãos e dois pés, pois no automático eles são mais do que suficientes), e escolhesse o comum, que é muito mais difícil. Para mim, é assim que funcionaria a analogia: preferir o Linux ao Windows seria como preferir um carro normal a um automático.

    94. Até hoje não tive coragem de me aventurar verdadeiramente pelo Linux. Utilizei esse sistema operacional para alguns trabalhos escolares mas não passou disso. Quem sabe não é a hora de criar coragem e instalá-lo de vez na minha máquina, ao invés de rodá-lo na máquina virtual…

    95. Já fui um usuário prolixo de praticamente todos os sistemas operacionais do mercado.

      Comecei, como muita gente, usando o Windows. Logo me interessei pelo Linux. Comecei usando o Mandrake Linux, em 2003. O choque cultural foi imenso, porém não me intimidei. Logo explorei outras distribuições: Slackware, Debian, Ubuntu… Após prática e condicionamento, me tornei um usuário prolixo de Linux, e até comecei a trabalhar com consultoria e suporte para ele. O Windows já não era necessário, exceto para executar alguns aplicativos muito específicos. Para estes raros casos, rodava o Windows em uma máquina virtual.

      Em 2009, reformei um antigo MacBook que era do meu pai e não estava sendo utilizado. A intenção era instalar Linux e Windows nele. Contudo, fiquei bastante curioso para conhecer o Mac OS-X Leopard, seu sistema opearcional nativo. Após algumas semanas “brincando” com ele, descobri que Mac OS-X é um sistema Unix poderoso e organizado, e possui uma interface gráfica muito intuitiva e prazeirosa de se usar. Além disso, todos os programas para Linux funcionam no Mac OS-X, o que inclui a linha de comando (afinal, é um sistema Unix). Logo abandonei o Linux, e desde então utilizo Mac OS-X em todas as minhas atividades: trabalho, estudo e entretenimento.

      Toda migração de sistema operacional envolve uma quebra de paradigmas e um choque cultural. Cada sistema possui seu próprio vocabulário e um distinto ecosistema de aplicativos. Esta mudança de conceitos não é fácil, e certamente exige boa vontade por parte do usuário. Contudo, o sacrifício vale a pena. É necessário ter coragem para sair da chamada “zona de conforto”, e mudar para melhor.

    96. O grande problema enfrentado pelos usuários “leigos” é exatamente esse: o medo do desconhecido. A maioria de nós tem contato desde sempre com o Windows e mesmo quando alguém compra um computador que venha com o Linux instalado, logo troca pelo Windows, por desconhecimento mesmo do sistema.
      Apesar de saber disso, tenho Windows e por ele atender ao que preciso, não sinto necessidade de obter outro sistema, apenas uma leve curiosidade de ouvir falar. Acho que muitos também pensam assim ao ouvir / ler sobre o Linux.

    97. Christiana disse:

      Sempre tive medo de inovar. Se o Windows é o mais usado, por que procurar outros?
      O maior problema é a falta de usuários “acessíveis”, que possam instruir leigos (como eu) em relação a novas opções da informatização. Falta divulgação e incentivo.
      Mas, é como você disse: só se aprende a dirigir…

    98. Christiana disse:

      Sempre tive medo de inovações. Se o Windows é o mais usado, porque buscar outros?
      O maior problema é a falta de usuários “acessíveis” que instrua leigos (como eu) em relação às opções proporcionadas por novas informatizações. Falta divulgação e incentivo.
      Mas, como você disse: só se aprende a dirigir…

    99. Só uso o ubuntu na faculdade, quando temos que fazer algum exercício de áudio normalmente. Meu computador tem windows, mas a maioria dos softwares que uso são livres. Já pensei em mudar pro ubuntu, mas não pretendo por enquanto. Não tenho tempo pra ficar procurando onde estão as coisas, sendo que já sei tudo aqui no windows. E com certeza sentirei falta de muitas coisas do windows quando mudar.

    100. Bela analogia. Eu ainda sou usuário do windows mas aos poucos a idéia de mudar para o linux está se tornando mais viva. Tentarei um dia desses e vou me lembrar das aulas da auto escola e acho que não vou desistir tão facilmente.

    101. Acho que a questão seja costume mesmo, afinal, com o tempo foi como acostumamos com o Windows. Não sabemos tb usá-lo totalmente, somente aprendemos e descobrimos com o tempo sobre o que precisamos dentro do programa.
      Na faculade, o programa do laboratório é o Linux, nem por isso deixamos de usar o PC, ou achamos impossível.
      O grande problema é o desconhecimento, e o marketing que há sobre o windows.

    102. Eu acredito que as informações citadas no texto estejam certas. As comparações feitas pelo autor fazem muito sentido na teoria, mas como eu não sei dirigir e também nunca usei Ubuntu nem Linux, não posso emitir um julgamento mais acurado.

    103. Izabela disse:

      Muito boa a analogia! Eu diria até que foi perfeita! ;o)
      É comum ter medo do novo…as pessoas são assim. Ainda bem que sempre há as “corajosas”, que enfretam o medo, desbravam o novo e mostram para o mundo que tem muita coisa boa por trás das novidades. E mais, ensinam o mundo a usar, aproveitar (e até melhorar) e enxergar que nem sempre o tradicional é a melhor opção.

    104. Muito boa a comparação. Tudo que esteja ocorrendo pela primeira vez é uma novidade, e muito pouco provável que o completo domínio do assunto seja aplicável neste primeiro contato.
      O aperfeiçoamento só é alcançado com a prática, com o aprendizado, com o costume e com determinação.
      E esta analogia com a auto escola exemplifica muito bem!

    105. Jorge disse:

      Muito interessante esse ponto de vista, precisamos mesmo em todos momentos da vida aprender coisas novas, seguir novos caminhos!! Excelente comparação!

    106. Ótimo artigo, quando estudava informática no colégio técnico cheguei a instalar o RedHat aqui em casa. O pessoal aqui não gostou muito da idéia devido as dificuldades iniciais. Esse texto é uma boa ferramenta persuasiva, quando comprar meu notebook provavelmente realizarei o que foi abordado.

      O interessante que você utiliza de alguns campos de estudo da área do comportamento motor, creio que em 30h seja possível dominar a plataforma – seja de modo condensado ou mais disperso ao longo do tempo.

    107. Achei hilário o artigo. É bem verdade o que você diz. Foi preciso coragem e determinação para conseguir minha habilitação para dirigir. No caso do Ubuntu falhei na parte em que é necessário a coragem e persistência. Fica a dica para eu deixar de ser preguiçoso!

      parabéns pelo texto!

    108. Thales disse:

      A comparação é muito boa. Acredito que falte mais instruções e divulgação sobre o Linux. É uma ótima opção frente ao Windows, porém precisa de mais incentivo. Com o tempo acredito que novas pessoas irão aderir.

    109. Muito bom o paralelo dos dois assuntos, o que proporcionou a ligação simples entre os temas e a idéia principal do texto, que é a adaptação as novidades que se fazem necessária para aumentar as possibilidades de cada indivíduo.
      Assim como aprender a dirigir te torna mais independente dos outros, desenvolver habilidades em sistemas operacionais diferentes também o torna um usuário mais independente.
      No começo tudo parece mais complicado do que realmente é, basta tentar e cada vez ir mais se aperfeiçoando.

    110. André disse:

      Ainda que eu não utilize o Ubuntu e o Linux, creio que o uso esteja condicionado exatamente à prática continua, exatamente como diz o autor.
      Assim funciona com a auto-escola e também na hora de aprender a andar de bicicleta, de patins, tocar violão e tudo mais! Enfim, é a tal da novidade.
      Quem sabe em breve eu não me familizarize com essas novas ferramentas?! Quem sabe?!
      Só saberei na prática!

    111. Olá, eu também gostei muito do artigo, da forma como você traduziu um sentimento que provavelmente a maioria das pessoas têm sobre novidades, da comparação com uma situação tão familiar para todos nós. Eu continuo não gostando muito do Linux, principalmente porque na Universidade ele me é imposto e poru

      • Desculpe, acho que eu apertei para postar sem querer.
        Mas como eu ia dizendo… continuo não gostando muito do Linux, porque na Universidade ele é imposto aos alunos e eu não gosto muito de informática. Ela é só um recurso para que eu me mantenha na área da biologia. Mas, enfim, o seu texto me fez pensar, portanto, parabens!

    112. Rodrigo disse:

      Meus parabéns! Ótimo artigo!

      No meu caso, utilizo como Sistema Operacional o Windows praticamente todo o tempo, mesmo possuindo o Ubuntu instalado em minha máquina. Um dos motivos da escolha do Windows em detrimento do Linux é a falta de tempo para aprender e acostumar com as funcionalidades que já estou acostumado a usar no Windows. Outro motivo é, no caso de ocorrer algum BUG, o que no Windows não é tão raro, já conheço a maioria dos possíveis “buracos” em que posso cair no Windows, além de ter o domínio da maior parte das soluções para esses problemas. Essa situação de ter o conhecimento de onde está pisando é de certa forma confortável. Porém, assim que eu conseguir tempo pretendo explorar mais o Linux.

      At.

      Rodrigo.

    113. Estando exatamente em processo de treinamento para o exame de direção, sei bem o quanto a comparação com o o uso do Linux é válida. Mas, como foi muito bem explicado no texto, é necessário bastante treino e esforço, para se aprender em ambas as situações.

    114. Glauco disse:

      Por experiência própria sei que usar o Sistema Operacional (SO) Linux não é mais fácil ou igual o Windows. É preciso sim ter um conhecimento além do mínimo sobre o SO, um domínio razoável do inglês e uso do terminal em alguns casos. Muitos leigos que se aventuram nesse SO se frustram porque tentam resolver os problemas por analogia com Windows e não é bem assim…
      Talvez com o passar do tempo e o incentivo do uso do SO Linux isso possa mudar.

    115. Esse texto nos mostra o apego e comodismo em desprender dos velhos habitos e evitar o “inovador” em nossas vidas. Tudo é questão de insistencia e por isso o Linux vai tentando se inserir nesse meio rompendo essas dificuldades. O exemplo da carteira de motorista é excelente, pois nos leva a refletir sobre essa questão. Até onde o impossível não foi criado e gerado por nós mesmos? O Linux hoje atinge uma enorme fatia do mercado dos usuários de internet e essa tendencia tende a aumentar cada vez mais.

    116. O novo sempre nos causa espanto a primeira. Olhamos tudo por uma lente onde o novo e o menos usual é pior. Por não ser uma ferramenta relativamente usada por leigos deixo de usar. Porém vou deixar meu estranhamento de lado e aprender a usar.

    117. Parabéns, excelente texto!

      O texto foi escrito com bastante originalidade, usando analogia entre aprender a dirigir e utilizar o Linux. Em ambos os casos, encontra-se dificuldade, no entanto, com treino e dedicação, pode-se conseguir resultados, seja dirigindo um carro ou utilizando o Linux.

      No meu caso, não entendo muito bem o Linux, porém tento ao máximo aprender a utilizá-lo, pois não podemos nos concentrar em apenas um software. Temos que estar sempre atualizados com as novidades tecnológicas.

      Abraços!

    118. Diego disse:

      O texto aborda um assunto muito interessante, a questão da comodidade. Desde o primeiro contato que a maioria de nós temos com o computador, ele foi feito através do sistema operacional windows, o que faz nós adquirirmos uma certa afinidade com ele. No decorrer do tempo de uso do mesmo, ficamos habituados à utilizá-lo, tornando muitas vezes a mudança para outro sistema operacional, uma tarefa aparentemente muito mais difícil, exaustiva e tediosa.

    119. Sinceramente este assunto computacional não me motiva muito. Sou absurdamente leigo em todas essas questões. Portanto, utilizo somente aquilo que praticamente somos obrigados a utilizar, ou seja, Windows. Por enquanto não sinto necessidade de procurar alternativas, mas se um dia precisar tenho certeza que conseguirei, assim como aprendi a dirigir.

    120. Muito bom artigo!! A analogia utilizada por você para comparar a utilização de um novo sistema operacional foi fantástica e ilustra perfeitamente o que é aprender novas habilidades. Acho que isto pode ser utilizado para outros tipos de aprendizado.
      Parabéns!!

    121. Ana Clara disse:

      Muito encorajador ler o seu artigo. Ás vezes nós nos acomodamos com a facilidade que já temos nas coisas rotineiras, que esquecemos que somos sempre capazes de arriscar o novo. A idéia da mudança em quase todas as situações me assusta exatamente pelo fato da comodidade que me impede de buscar coisas novas, porém ao parar para analisar percebo que a maioria das mudanças que realizei na minha vida me trouxe lucros, muitas vezes inesperados! Já aderi ao Linux e assim como dirigir me trouxe muitas facilidades, depois de um tempo de prática este sistema operacional também me proporcionou muitas facilidades!

    122. Nunca utilizei o Linux e nem sabia o que o Ubuntu existia. Utilizo o Windows desde sempre e ele até agora está me atendendo bem. Talvez algum dia eu mude de sistema operacional caso ele apresente mais vantagens em relação ao Windows.

    123. Claudia Rogel disse:

      Como algumas pessoas ja disseram, tudo que é novo as vezes assusta, mas é importante sempre inovar e conhecer coisas novas, por isso a perseverança em aprender o Linux é muito importante para mim.
      Quanto a comparaçao do texto com as aulas de direção é muito legal e linguagem usada foi otima.

    124. Jorge disse:

      A mudança de sistema operacional deve ser feita mediante necessidade e não apenas para mudar. No meu caso, o Windows me atende perfeitamente. portanto, continuarei com o Widows.

    125. fernando disse:

      Muito legal essa analogia… eu também sempre tive receio de trocar meu windows, mas no meu trabalho só temos ubuntu. Então acabei aprendendo e hoje prefiro o ubuntu do que o windows.

    126. Camila disse:

      As Inovações sempre são vistas com temor e até terror pelas pessoas, mas cabe a elas enfrentarem os desafios e se condicionarem a cada novidade.

    127. camila disse:

      Em todas as situações de nossas vidas tendemos a reprimir o que é novo. Entretanto é nesse momento que surge a oportunidade de nos sobresairmos e aprendemos a dominar aquilo, que a principio era temido.
      O texto ilustra muito bem essa situação.

    128. Déborah disse:

      Inovar é legal. Porém a inovação deve tender para a melhora. Não gosto de usar o Linux, na verdade só uso quando sou obrigada (computadores da ufmg). Não encontro o que preciso e numa vida em que cada vez mais o tempo é escasso fica difícil aprender “sozinha” a usar o novo. Concordo com o comentário acima da Christiana, seria interessante mais incentivo e divulgação.
      Gosto do windows porque é o que sei mexer.

    129. Evamara Lana disse:

      O Windows é sistema mais usual,é com o qual aprendemos a usar o computador,por isso se torna difícil,em um primeiro momento,lidar com outro sistema operacional,simplesmente pelo fato que acostumamos a usar o Windows.O uso de outros sistemas nos mostra suas qualidades e assim podemos escolher qual nos sastifaz melhor.

    130. Realmente na maioria das vezes temos medo das mudanças e permanecemos utilizando o Windows mesmo com outros programas disponíveis gratuitamente. O Windows é tão comum que acaba por parecer que é o único programa operacional. Posso fazer também uma analogia com o navegador, era tão comum usarmos o Internet Explorer que quando tive que baixar o Mozila, devido à uma compatibilidade melhor com o Moodle, tive algumas dificuldades, atualmente, não vejo mais grandes diferenças. O artigo é muito interessante e incentiva o aprendizado com a prática.

    131. Hugo Walisson disse:

      Sempre tive uma curiosidade imensa com o Linux, mas nunca realmente tive coragem de nem tentar “ligar o carro”. Mas esse texto me motivou bastante, vejo se consigo um instrutor disponível para começar a praticar o quanto antes.

    132. Edivar disse:

      Parabéns pelo artigo.
      Embora eu tenha utilizado, algumas vezes, nunca me interessei pelo Linux, já que estou bem adaptado ao Windows. Esse artigo faz uma interessante analogia entre a dificuldade inicial em aprender a dirigir e a dificuldade, a princípio, em utilizar o Linux. Talvez seja questão de tempo e determinação para me tornar um usuário do linux, já que tive uma nova perspectiva em relação a este sistema operacional ao ler este texto.
      Abraços!

    133. Sua comparação da utilização do Linux com as aulas de direção foi muito bem elaborada. Realmente acredito que para utilizar o Linux é apenas necessário um pouco de paciência e insistência, assim como várias outras atividades que exigem habilidades específicas.

    134. Jacqueline disse:

      Sempre ouvi falar nas vantagens e desvantagens de se ter um Linux. Muitos amigos meus operam nesse sistema com uma facilidade de dar inveja. Eu sempre fui um pouco acomodada e depois da minha tentativa frustrada de aprender o código HTML me habituei a mexer em programas da Microsoft.

      Esse monopólio durou longos anos de minha vida até que comprei um computador novo. Atualmente tenho tentado aprender a operar outros sistemas e quem sabe um dia tente o código HTML mais uma vez.

      O mais importante na caminhada pela habilitação, seja ela a para dirigir ou para operar novos sistemas, não é conseguir de primeira, mas sim nunca desistir de tentar.

    135. Mateus D. disse:

      Quero parabenizar o autor pela exímia comparação e dizer que nem sempre mudar e fácil, mas às vezes e muito benéfico, então não perca tempo e mude já para o Linux.

    136. Marco Túlio disse:

      Excelente comparação. E temos que lembrar que se não tivermos coragem de encarar novos desafios nunca iremos evoluir. Além de que, o ser humano se adapta fácil a situações diferentes, desde que não esteja acomodado com uma outra.

    137. Thalita disse:

      Gostei da comparação e concordo plenamente. Acho que não funciona assim apenas nas aulas de direção e no Linux. Tudo que é desconhecido assusta inicialmente, mas basta insistir, ter interesse e força de vontade que chegamos lá. Pode ser aos “trancos e barrancos” mas chegamos.

    138. Gostaria de parabenizar pelo artigo, ficou muito boa a comparação, me remeteu exatamente a quando iniciei o aprendizado de direção ha tres anos, me fazendo pensar que tudo por mais dificil que possa parecer pode ser aprendido e automatizado, assim como hoje dirigir é tão automatico pra mim. Quanto ao uso do Linux tenho pouca experiencia visto que meu computador sempre teve com sistema operacional o Windows. Assim como descrito no artigo acredito que as mudanças são turbulentas no periodo de transição, mas no fundo é tudo uma questão de adaptação que se dará com o tempo e a prática.

    139. Cada dia mais nos deparamos com novas tecnologias e inovações para ajudarem as nossas vidas. Com a tecnologia da informação não iria ser diferente. No Brasil fomos e ainda somos cada dia mais educados pelo Microsoft Windows como sistema operacional da maioria absoluta dos PCs e notebooks. Porém, nos últimos anos novos sistemas vêem ganhando destaque na concorrência ao sistema americano de Bill Gates, como o Linux e o Mac desenvolvido pela Apple. Ouço muitos comentários a respeito do Mac, quanto a sua grande capacidade de recursos gráficos, ainda mais pelo pessoal de designer virtual. Mas quanto ao Linux, os comentários sempre são negativos, ainda mais por se tratar de uma ferramenta bem parecida com o Windows, e seguidos por uma conclusão: continue com o Windows. Embora o mercado brasileira ainda não esteja tão bem desenvolvido para receber o Linux e o Mac, essa concorrência sempre é positiva ao consumidor, pois dá opções de escolha e sempre obriga as empresas desenvolvedoras a evoluir seus produtos.

    140. Eu sou adepta do sistema operacional Windows e não conheço o sistema Linux, acredito que ao me deparar com esse novo sistema, por insegurança e até mesmo comodidade, usufruir do mesmo não me interesse. Gosto do meu atual sistema e por hora não pretendo substituí-lo.

    141. Nunca utilizei o Linux justamente por achá-lo muito diferente e pensar que poderia fazer algo errado que complicasse o funcionamento do computador. Creio que se eu tentar e me empenhar a utilizar esse sistema, sua utilização se tornará mais fácil para mim à medida que se tornará um ato comum. Mas confesso que estou satisfeita com meu atual sistema operacional. Artigo muito bom. Adorei a ilustração e achei que realmente ela se aplica ao caso e que ficou bem clara!

    142. Para algumas pessoas é empolgante aprender sobre novos recursos em informática. Para outras, estudar novas ferramentas é um verdadeiro tormento. Sair da zona de conforto e conhecer, sem preconceito, novas ferramentas é importante para ter condições de optar pelo melhor sistema.

    143. Ótimo artigo!!! Super interessante a comparação!!! Quando começamos a fazer as aulas de direção ficamos um pouco perdido, depois um tempo praticando vemos que a coisa é mais fácil do que imaginávamos…. Assim é um novo sistema, basta praticar.

    144. Interessante analogia.
      Concordo plenamente, é preciso praticar para conhecer e aceitar.
      As pessoas são muito resistente à mudanças, seu texto auxilia à enfrentar a dificuldade de aprender uma vez que compara com uma ação tão comum e necessária que é a de dirigir.

    145. Parabéns pelo seu texto que é bastante interessante.
      Assim como a comparação feita com o Linux, as aulas de direção se comparam com grande parte dos softwares que aprendi a usar no curso de engenharia e também com meu o primeiro dia de estágio. Sempre uma sensação de deficiência, uma insegurança…
      Em relação ao uso do Linux, seu texto é bastante encorajador, o que é importante para tornar esse software mais popular e incentivar melhorias.
      Abraço.

    146. Gustavo Lima disse:

      Uma comparação inusitada, mas de encaixe não menos que perfeito!

    147. Bom, isso quase sempre é verdade…principalmente em nossa cultura. O Brasil é um país que inicia muito tarde o contato com tecnologias e sistemas, e por este motivo tem-se esta mentalidade de “resistência” ao novo. Mas nem por isso os brasileiros estão desistindo, pelo contrário, temos enfrentado os nosso fantasmas do “novo” e procurado absorver, compreender e aplicar novos sistemas. Isto leva tempo, mas com as novas gerações, chegam novos pensamentos. E quem realmente resiste as mudanças acabam sendo utrapassado, ficando sem espaço neste novo cenário, em que temos a obrigação de interagir com o “novo” .

    148. Muito bacana a comparação feita, mas acho que o maior obstáculo ao aumento de usuários do Linux não é questão de puro condicionamento. A maioria das jovens hoje em dia tem facilidade de se adaptar a novos carros, novas regras e novos programas computacionais, mas suponho que o maior problema para a transição completa para o software livre é a incompatibilidade com o windows.
      Eu particularmente acho a interface do Linux bem amigável, mas ainda não uso o sistema porque não seria nada prático ter que converter o formato dos arquivos cada vez que precisasse enviar trabalhos para meus colegas e supervisores, imprimir documentos na faculdade e etc.

    149. Gostei muito da comparação entre aprender a dirigir e a operar software livre.
      Ambos são instrumentos de grande valor, apesar das grandes dificuldades iniciais.
      Com prática, boa vontade e curiosidade, é possível até mesmo passar de usuário para voluntário no aprimoramento das ferramentas. Fácil não é, ainda mais quando estamos acostumados com outro software.
      Mas isso é evolução, a socialização da tecnologia.

    150. Otimo texto. Bacana a comparação entre as situações, serve para algumas pessoa assim como eu perderem a preguiça ou o pré conceito com os novos sistemas operacionais Linux e Ubuntu.

    151. José Rubens disse:

      Muito bom esse artigo, visto que isso não se aplica somente a utilização de um novo SO mas também a várias situações da vida, onde podemos ter medo ou insegurança para as novas “coisas” que se apresentam em nossas vidas.

    152. Em minha opinião, acredito que o texto foi muito bem sucedido quando comparou o ato de aprender a dirigir à utilização do Linux e Umbutu pelos iniciantes destes softwares livres. Ao Dissertar sobre as dificuldades iniciais do motorista e utilizar o veículo automotor, Kraut menciona as dificuldades que superou e cita que muitas pessoas passaram pela mesma situação e perseveraram. Esse enfoque o levou a acreditar que ele também seria capaz de guiar. De forma semelhante, ele discorre sobre as dificuldades iniciais sobre a utilização de softwares livres, levando o leitor a refletir sobre a resistência inicial que desenvolvemos ao nos deparar com um software diferente do usado habitualmente. Tudo é questão de condicionamento. Assim, basta que o usuário persista e treine, que ele se tornará tão habilidoso quanto um motorista experiente, seguro de si.

    153. Márcia Bolina disse:

      Oi, Achei o texto muito criativo ao comparar as dificuldades em utilizar o Linux com as dificuldades que temos ao aprender a dirigir. Tenho O Ubuntu instalado em meu computador, mas uso em dual Boot para treinar para provas de concurso público, ainda não tive coragem de encarar um sistema totalmente alienígena para mim, acho que é mais uma questão de comodidade. O texto é bem produtivo em sua proposta, pois nos faz pensar que o novo pode ser dominado, e isso só depende de coragem, treino e estudo.
      Valeu!!!! Márcia Bolina
      http://kurtkraut.net/blog/2006/08/10/linux-e-direcao/#comments

    154. Iury A. David disse:

      Pode-se fazer uma conexão entre a dificuldade no uso de alguns softwares livres, entre eles o sistema operacional Linux, e o fato da tecnologia da informática ainda estar se popularizando no Brasil. Até 2007, a relação de computadores per capita era de um para cinco em nosso país. Conclui-se que grande parte da população ainda não teve um contato mais sério com um computador.
      Assim como sentar-se na direção de um veículo pela primeira vez pode ser um grande desafio para um candidato a motorista, utilizar um software desconhecido pode ser extremamente desconfortável para um usuário que ainda está se familiarizando com os procedimentos mais elementares no mundo da informática.

    155. camila disse:

      As novidades são sempre encaradas com muito temor e até mesmo terror por muitas pessoas. Entretanto é nesse momento que se tem a oportunidade de aprender novas maneiras de lidar com as diferendes situações. Sendo assim as pessoas se tornam capacitadas aquilo que antes era temido.

    156. Muito interessante a associação feita entre experimentar o Linux e aprender a dirigir. Eu acredito ser uma caracteristica intrínseca do ser humano, a resistência a experimentar coisas novas. A princípio, ninguém se sente a vontade para abandonar sua zona de conforto e se aventurar no desconhecido. Felizmente, somos capazes de nos adaptar a qualquer situação.

    157. Aprender a fazer qualquer atividade nova é sempre muito desafiador e a primeira sensação causa incômodo. Tanto que “primeiros dias” são extremamente difíceis, primeiro dia de aula na escola, na faculdade, ser novo no trabalho ou em qualquer outra atividade. Começar é sempre difícil, mudar ainda mais. Por isso, alterar a mentalidade de milhões de pessoas que usam Windows não será fácil. O Windows está na vida dessas pessoas desde que começaram a utilizar computadores.. Por isso, gostei da analogia do texto, mas acredito que faltaram argumentos para convencer os usuários de Windows. Querer mudar exige, como você mesmo colocou, coragem e vontade, mas quando ganhamos algo com isso. Senti falta disso no texto.

    158. Achei muito apropriada a comparação do Texto entre aprender a dirigir e começar a usar o Linux. Em ambos os casos nós só aprendemos usando, ou dirigindo, e para isso precisamos de muita força de vontade e perseverança. Ao mesmo tempo, em ambos os casos, uma vez que nós aprendemos é como andar de bicicleta: nós nunca mais esqueceremos e aquilo se tornará natural. O texto Linux e Direção é um incentivo a todos aqueles que acham que nunca aprenderão a usar o Linux e que se sentem presos à Microsoft.

    159. José Walter disse:

      Bom paralelo!
      A maior dificuldade das pessoas, assim como todas as experiências humanas, é a iniciação, paciência no período de aprendizagem. As pessoas querem nascer e sair correndo: cadê a parte de gatinhar e caminhar antes de correr?
      O linux é um sistema estável e amigável (principalmente nos últimos anos), mas claro é necessário se introduzir.
      Tenha paciência, vale a pena!

    160. Lucas Meira disse:

      Parabéns pelo texto.
      Você foi extremamente feliz ao explicitar o nosso receio de aprender e testar coisas novas. Como o carro, os softwares livres em especial o Linux, não tem nenhum segredo. Basta apenas perder o medo e utilizar.

    161. franco disse:

      Adorei o artigo. Sempre usei o windows pois já estou acostumado e tinha preguiça de mudar mas agora, depois de ler esse texto, acho que vou tentar mudar.

    162. Livia Mota disse:

      Gostei da analogia. O tema abordado nos faz refletir sobre a resistência que temos em aprender algo novo, que não é convencional. A primeira vista, nos sentimos incapazes de fazer algo que achamos tão complicado.Concordo que aprender a dirigir seja igual a aprender a utilizar o Linux, no início achamos que nunca vamos conseguir aprender ou nos adaptar. Mas acho que cada sistema operacional tem suas vantagens e desvantagens, cabe ao usuário escolher qual será melhor para sua realidade.

    163. Ótimo artigo, muito bem escrito e agradável de ler. Adorei a comparação sobre aprender a dirigir e aprender a manusear um software livre como o linux, uma analogia objetiva e criativa.

    164. Muito interessante o texto! A forma como as pessoas muitas vezes se sentem ao começar algo novo, meio perdidas e inseguras, foi muito bem passada pela comparação com o primeiro dia de aula na auto escola. Foi legal ver a forma como o problema foi resolvido, no momento em que você se acalmou e viu que o problema na verdade não era tão grande assim, já que tantas pessoas o enfrentavam e superavam. Foi um texto muito motivador

    165. Gostei da analogia. O tema abordado nos faz refletir sobre a resistência que temos em aprender algo novo, que não é convencional. A primeira vista, nos sentimos incapazes de fazer algo que achamos tão complicado. Concordo que aprender a dirigir seja igual a aprender a utilizar o Linux, no início achamos que nunca vamos conseguir aprender ou nos adaptar. Mas acho que cada sistema operacional tem suas vantagens e desvantagens, cabe ao usuário escolher qual será melhor para sua realidade.

    166. Thais disse:

      Acho importante a iniciativa do governo federal de impor aos estados e municípios o uso do Linux nos computadores de escolas e faculdades publicas. Alem do corte significativo de gastos, o aluno já tem, desde cedo, contato com um novo sitema operacional. Concordo com os comentários acima, o que falta é instrução para os usuários que só trabalham com Windows.

    167. Giselle disse:

      O texto é de fácil compreensão e a analogia feita é válida. O “novo” causa de início estranhamento e não é muito compatível com o bom condicionamento. Porém, romper com o tradicional não é tarefa fácil, mas vale a pena uma vez que amplia as experiências. No meu caso tentei, mas não me adaptei ao Linux, pode ser que não tenha me dedicado com vontade. Enfim, ainda sou adepta ao Windows.

    168. Diogo disse:

      Boa comparação. Realmente o temor que existe em largar softwares de grande expressão mundial é algo meio besta. Acho que já passou da hora dos usuários desses sistemas, sejam eles profissionais ou diletantes, “comprarem” a ideia do software livre, exepandi-lo ainda mais!

      P.S.: Bom exemplo esse da auto-escola.

    169. Diogo disse:


      Diogo:

      Boa comparação. Realmente o temor que existe em largar softwares de grande expressão mundial é algo meio besta. Acho que já passou da hora dos usuários desses sistemas, sejam eles profissionais ou diletantes, “comprarem” a ideia do software livre, expandi-lo ainda mais!
      P.S.: Bom exemplo esse da auto-escola.

    170. Bem, apesar de ser uma usuária leiga eu vejo que essa iniciativa de “promover” o Linux é muito boa, ainda mais a tentativa de desmistificar a dificuldade aparente da utilização desse software.

    171. Realmente essa é a primeira impressão de quem nunca sentou no banco do motorista. Ter que fazer tudo no tempo certo e de forma sincronizada é a princípio impossivel, parece que não vai dar tempo. Mas passado algum tempo adquirimos os famosos automatismos para dirigir. E também em relação a novidades tecnologicas temos a mesma impressão. Mas basta adquirirmos os tais automatismos que até esquecemos que algum dia tivemos dificuldade, mas primeiro temos que tentar.

    172. Adorei o texto. Assim como temos que aprender a dirigir para melhorar e agilizar nosso dia a dia, às vezes é necessário mudar algumas coisas que já estamos acostumados. Para isso temos que aprender a utilizar e dominar o novo. No início é comum ter dificuldades, mas aos poucos vamos nos acostumando e aprendendo a dominar o que antes nos parecia impossível. No momento o Windows me atende perfeitamente, mas se um dia eu precisar mudar creo que não será um problema tão grande.

    173. Sou usuário Linux desde 2006 e considero que minhas dificuldades iniciais foram bem pequenas. Um pequeno choque inicial sempre acontece. Você procura as opções e não as encontra por estarem em locais diferentes. Porém, basta parar para pensar um pouco que logo se descobre onde elas estão. E geralmente estão num local muito mais intuitivo do que onde estariam no sistema operacional dominante nos computadores domésticos.
      Usar o Linux não é difícil. O problema é que a quase totalidade das pessoas aprende a usar o computador com outro sistema. Daí, pelo simples fato dos recursos estarem disponíveis em menus diferentes, tais pessoas taxam o Linux de complicado.
      O Linux realmente foi complicado de ser usado nos seus primórdios. Porém, com a chegada de distribuições como o Ubuntu, foi dado o adeus a necessidade constante de comandos via texto.
      Há ainda quem reclame que o Linux é difícil de ser configurado. Mas a maioria das pessoas que reclama disso também não sabe configurar o Windows. Apesar de que muitos façam isso sozinhos, é um trabalho para técnicos. Em ambos os casos, se você não conseguir configurar sozinho, um técnico pode o fazer. E uma vez configurado, 90% das dificuldades se vão.
      Com poucos meses de uso já e possível se acostumar totalmente e em alguns anos pode-se virar um usuário avançado.

    174. Novidades a maioria das vezes trazem consigo dificuldades. Assim sendo, caso realmente sejam necessárias a melhor estratégia é o esforço. É o que ocorre com o apredizado da utilização do Linux e do Ubuntu assim como dirigir.

    175. Elton Lizardo disse:

      O uso do LINUX realmente mete medo nas pessoas como eu, que não entendem de programação e tecnologias de informação. Seu texto com certeza serve de incentivo para experimentarmos o Ubuntu sem medo das dificuldades que possam vir pela frente.

    176. Fernanda C disse:

      Quando eu comecei a usar o Linux, no caso o Ubuntu, fazer qualquer modificação ou configuração gerava uma dor de cabeça danada. Para instalar uma impressora, então, batalhas homéricas eram travadas contra o sistema operacional. Mas, como você disse, é uma questão de costume. Depois de algum tempo, aprende-se a resolver esses problemas e onde procurar ajuda. Além do mais, uma coisa boa do Software livre é que ele está evoluindo constantemente, desde que eu comecei a usar pra cá, o Ubuntu se tornou muito mais amigável.

    177. Realmente às vezes nós “pecamos” pela falta de ousadia.
      Seu artigo me convenceu a testar o Linux. Achei a analogia entre o a utilização do sistema operacional e a condução de automóveis muito bem colocada.

      Até breve.

    178. Confesso ter dificuldades ao utilizar o Linux, mas por acreditar que é necessário valorizar os softwares livres e gratuitos, estou disposta a me aventurar por esse sistema.
      O texto é um incentivo à todos os usuários que, como eu, ainda são leigos em relação aos softwares livres.
      Só com a prática iremos desenvolver as habilidades necessárias para utilizá-los de forma natural e confortável. Então, mãos a obra!

    179. Thais Villela disse:

      Nunca usei o Linux, estou acostumada com o Windows que me faz sentir que dirigir é algo inerente ao ser humano. Mas como aprender também é ago inseparável de nós, acho que preciso abandonar essa comodidade e aprender a usar o Linux.
      Adoro aqueles terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil com o sistema operacional Linux… aquela tela tão simpática e prática! Por que não abandonar o Windows?

    180. Ótimo o texto. Eu sou amante de software livre e quando optei por usar o sistema operacional Ubuntu, tive que literalmente remover o Windows do meu computador.

      Acaba que ficamos viciados, por comodismo mesmo, e não trocamos de sistema operacional pela facilidade que temos de instalação e etc… Mas devemos ter a noção que as coisas funcionam muito melhor no Linux, como gerência de memória, vírus, perfomance, entre tantos outros.

      Hoje em dia, uso o MacOS que é perfeito também. Recomendo a todos que querem mudar de sistema operacional e querem gastar um pouco para isso, podem ir com fé!

    181. É, assim como você, eu também tenho um pouco de medo, e somos bem parecidos! Veja que sou medroso para dirigir, embora tenha percebido uma evolução da minha parte e sou medroso também para as inovações constantes da nossa era da informática. As vezes quero me atualizar em algumas coisas básicas e aí parece que a coisa trava, mas basta um empurrãozinho e eu vou adiante. E devo confessar que seu texto me foi um empurrãozinho, obrigado!!!

    182. Gostei da comparação, é mais ou menos assim que funciona a aquisição de conhecimento segundo Piaget; temos que interagir com o objeto de estudo e foi exatamente o que fiz com o Linux. Já instalei Libertas, Kurumin e Ubuntu, confesso que com alguns senti muita dificuldade principalmente no que diz respeito ao layout e das ferramentas de sistema. É verdade que poderia ter mais informações sobre os sistemas acessadas direto na web, mas como disseram alguns colegas acima, a falta de tempo me levou a voltar a usar o Windows, mas agora uso também uma ferramenta que me permite instalar os dois sistemas na mesma maquina e logo vou aprendendo gradativamente.

    183. Sempre usei Windows no meu PC. Quando usava Linux em outras máquinhas encontrava algumas dificuldades e criticava esse sistema operacional. Nunca enxerguei o Linux dessa forma. Talvez minha opnião mude quando usa-lo.

    184. O texto é interessante, a inovador, principalmente a comparação com o ato de dirigir, o ser humano é muito acomodado e não gosta de mudanças, mas nem percebe o quanto mudamos no dia-a-dia, basta ter força de vontade e objetivos.

    185. Hugo Palhares disse:

      Sempre que falamos em mudanças, um sentimento de resistência aparece quase que instantaneamente. Não estamos acostumados a trocar algo com o qual estejamos acostumados por algo novo e desafiador. Apesar disso, bem como foi tratado em seu artigo, mudanças muitas vezes se fazem necessárias e temos que encará-las sem medo. Já experimentei o linux e achei bem interessante, mas confesso que achei muito “estranho” e não tive persistência o suficiente – acabei mudando para o windows mesmo!
      Mas acredito que em um futuro próximo muitas pessoas já estarão utilizando o linux, tornando-se mais popular e menos impactante.

    186. Natália disse:

      Nunca tive nem a oportunidade, nem a vontade e nem a coragem de usar o Linux. Tá bom, já tive a oportunidade, mas me faltou vontade e coragem. Tá bom, já tive oportunidade e vontade, mas sempre me faltou coragem. Mas se o objetivo do texto acima foi incentivar os novos usuários a usar o sistema operacional Linux, meus parabéns ao autor. A comparação foi muito bem feita e, como já sei dirigir, agora tenho certeza de que consiguirei usar o Linux também! Só espero que não precise quebrar meu computador do jeito que já bati meu carro..

    187. Texto muito claro e envolvente. Sou muito resiste com questões relativas a softwares. No entanto, como tive a mesma sensação descrita com relação à carteira de motorista, esse é um grande incentivo para testar e persistir no Linux.

    188. Úrsula disse:

      Concordo com o que está escrito no texto acima. Eu também passei pela mesma experiência com relação ao medo de direção. Acreditava ser um bicho de sete cabeças, mas ao iniciar as aulas, vi que aquilo era mais uma série de ideias pré-concebidas que estavam na minha cabeça. Claro que enfrentei dificuldades, mas acredito que esse processo é uma equação onde atenção + coragem + condicionamento = domínio. Por isso achei muito interessante o paralelo feito no texto. E acredito que podemos expandir esse pensamento para o uso de novas tecnologias, ferramentas e softwares, de uma maneira geral. A partir do momento em que conseguimos nos desvencilhar das “amarras”, que são o nosso medo do diferente e do novo, estamos aptos a abrir uma infinidade de portas e a descobrir coisas não somente interessantes, mas também úteis para nós. Infelizmente, porém, em alguns casos falta mais do que isso: falta divulgação de informações. Muitas pessoas deixam de utilizar não somente o Linux, mas outros softwares livres, por falta de conhecimento, de saber até mesmo da existência dos mesmos.

    189. Foi uma ótima analogia. Aprender a dirigir é tão difícil quanto se acostumar a utilizar novos softwares aos quais não estamos acostumados. Porém o windows por enquanto me atende muito bem. Talvez no futuro eu delete meu windows e aprenda a utilizar apenas o umbutu. Por enquanto, fico com a segurança dos anos de treinamento que tive desde criança com o windows.

    190. Cristiane disse:

      Achei o texto ótimo. O linux sempre teve fama de ser um sistema difícil de usar, sendo utilizado por hackers, cracker e coisas do tipo. Porém, atualmente o Linux se tornou amigável e é tão poderoso quanto um sistema operacional Windows utilizado pela grande maioria (exemplo a distribuição Ubuntu). A questão é que, por ser diferente e pouco conhecido as pessoas tem medo de usar e experimentar, preferindo o comodismo do sistema habitual

    191. Concordo com o artigo, mas o problema é sempre começar. O novo e desconhecido muitas vezes nos despertam certa preguiça de aprender. Entretanto é na tentativa que vamos descobrir que o novo pode ser até melhor do que o que sempre estivemos acostumados. Nunca utilizei o Linux por falta de interesse mesmo, porque sempre tive acesso ao que era mais fácil para mim, o Windows, e também por falta de conhecimento desse software e de pessoas que o utilizassem.

    192. Achei bacana a comparação e acho que é isso mesmo, só se aprende fazendo. Mas para fazer, ter essa vontade de mudar, é preciso um motivo. Geralmente, as pessoas ficam meio receosas a mudanças, portanto é preciso uma razão significativa para que elas aconteçam. No meu caso, por exemplo, não vejo necessidade alguma de usar outro sistema, me sinto satisfeita com o que o Windows tem a oferecer. Logo, não vejo por que mudar para o Linux ou Ubuntu.

    193. Comentário: As inovações são sempre difíceis de ser aceitas. Acabamos nos acostumando com o que já existia e é muito trabalhoso sair da inércia. Contudo, acredito que só é possível decidir se um software é melhor ou pior que outro tendo completo domínio de ambos. Só se aprende fazendo e só se gosta aprendendo.
      Dessa Forma, nem que seja para dizer que não gosta, dominar novos softwares é algo muito importante.

    194. Eu nunca pensei em utilizar o Linux e sobre o Ubuntu só conheço o nome. Uso o Windows mesmo, e nunca tive contato com outro SO. Apesar da curiosidade, nada me atrai para tanto: talvez porque eu tema os problemas de compatibilidade com certos programas, e talvez, também, eu esteja acostumada demais. Mas é um bom texto este, bem ilustrativo.

    195. Muitas vezes nós “pecamos” pela falta de ousadia. Vou testar o Linux. Você me convenceu!

      Gostei muito da analogia feita entre o sistema operacional e a condução de veículos.

      Parabéns pelo artigo!

    196. Muito interessante a analogia, mas acredito que o ponto de vista não possa ser aplicado ao Linux. Compreendi o artigo muito mais como uma propaganda anti-Windows do que valorização das qualidades do Linux. Nunca experimentei esse último, porém, por mais que seja uma boa ferramenta livre, não tem se mostrado capaz de substituir todas as qualidades do Windows. Prova disso é que o Linux ainda não conseguiu conquistar a grande maioria dos consumidores do mercado. É importante ressaltar que o Windows é o software mais utilizado pelos usuários de computadores, o que torna praticamente inviável a utilização de um outro sistema incompatível com os demais que precisamos trocar informações diariamente.

    197. Olá! Venho utilizando o Ubuntu (versão 10.04 LTS) há um certo tempo e estou muito satisfeito com esse sistema operacional, principalmente em termos de segurança e rapidez de acesso à internet. Como um todo, esse sistema não deixa a desejar em relação ao Windows, principalmente porque as versões estão se tornando cada vez mais intuitivas para os usuários e consegue-se instalar todos os tipos de programa muito facilmente utilizando a Central de Programas do Ubuntu . Entretanto, no meu caso eu preciso manter o dual-boot porque frequentemente preciso utilizar softwares pagos de engenharia que não são compatíveis com o Linux, casos do AutoCAD e do Minitab. Mas se a maioria dos usuários começar a utilizar o Linux, certamente tais softwares passarão a ser compatíveis com ele e o Linux ficará cada vez mais atrativo.

    198. Ingrid Duarte disse:

      Seu texto nos desperta para a dificuldade que temos ao depararmos com situações que extrapolam nossas vivências e nos motiva a mudar.
      No caso do S.O ubuntu,temos uma situação semelhante,pois fomos condicionados a utilizar o windows desde sempre.Já estamos tão automatizados a usar o sistema,que nem sequer cogitamos aventurar e conhecer outros sistemas nem para compararmos se estamos usando o melhor.
      No caso do Ubuntu andei pesquisando e descobri que esse S.O é uma das versões do Linux.Ele é atualizado de 6 em 6 meses, é um sistema de uso gratuito.A palavra ubuntu é de origem africana e significa a crença em uma ligação universal de compartilhamento que conecta toda a humanidade.
      Com o ubuntu, além da gratuidade e da disponibilidade em diversas línguas, as pessoas tem a liberdade para personalizar e alterar o programa da maneira que lhes convier.Possui as melhores traduções e infraestrutura de acessibilidade de software livre tem para oferecer,para que seja util para o maior nº possível de pessoas.
      Quando acaba a instalação voce já tem pronto para usar: Navegador de web,leitor de correio eletronico,editor de apresentação de planilha, de textos,mensageiro instantaneo,reprodutor de mp3,visualizador de imagens e videos e de arquivos PDF,alguns jogos,ferramentas de programaçaõ e outros. Procurei saber também por influência sua.Adorei o texto.Convence!

    199. Athena Faria disse:

      Achei interessante o texto e concordo com a analogia. O uso do computador, em qualquer sistema, só se torna possível após treinamentos e pela curiosidade e necessidade do usuário.
      No entanto, não vejo motivos para mudar de sistema operacional e ficar durante algum tempo sem poder usufruir de tudo que o novo sistema me oferece por ainda não conhecê-lo bem, sendo que meu atual sistema me atende completamente no momento.
      Por exemplo, passei algum tempo sofrendo para me familiarizar com o Excel 2007, sua interface diferente, algumas funções novas, mas o trabalho foi compensado por ser um programa muito mais completo que sua versão anterior.
      Ainda não vi uma força motriz que me faça desistir do Windows. O que não quer dizer que não o possa fazer um dia!!

    200. Mateus Reis disse:

      Olá!

      Achei muito interessante o texto, pois a analogia feita entre a direção de um carro e o Linux é muito boa para incentivar e encorajar leigos em Linux a utilizarem este software. Na universidade, uso bastante o Linux e confesso que é muito mais fácil aprender a operá-lo do que aprender a dirigir, mesmo porque não precisamos fazer uma prova como a do DETRAN e nem gastar dinheiro para isso!

      Muito obrigado pelo seu texto, e continue assim!

    201. mauricio disse:

      Tudo na vida aprende-se com a prática,é so vencer o medo inicial, o nosso problema é queremos tudo muito imediato,e com o linux é preciso um pouco de paciencia,mas ele pode te supreender.

    202. concordo extremamente com o comentario acima: “o medo do desconhecido”. Como disse o outro, “estou mto bem com o windows”, mas, como ele mesmo disse, uma mudança pode ser pra melhor. Mas o medo persiste, e o conformismo ajuda a atrapalhar! Vale analisar sua necessidade de mudanca e coloca a cara a tapa para provar o novo e decidir se valeu ou nao a pena.

    203. Iran Felipe disse:

      Muito interessante a comparação entre a dificuldade nas aulas di direção com a dificuldade do uso do Linux. Acho importante ressaltar que com a ajuda de um bom instrutor o aluno pode superar as dificuldades na direção do carro e na operação do Linux.

    204. Achei muito interessante o paralelo traçado no artigo. A comparação entre o contato inicial com linux e o aprender a dirigir realmente traduz os principais problemas de ambos: a aparente sensação de que não somos competentes o suficiente, de que linux (ou dirigir) é muito complicado e de que vamos a qualquer momento fazer alguma coisa errada e causar enormes prejuízos.

      E exatamente como na direção nós somos capazes de vencer os medos iniciais, de percebermos que não é uma tarefa tão difícil e que podemos, sim, realizá-la com naturalidade e sem perigos, se tivermos coragem e perseverança, também desmitificaremos o linux e aceitaremos os benefícios que ele nos traz.

    205. Desde pequeno sempre fui muito interessado a tudo relacionado a computação e, sou até mesmo atualmente um estudante dessa área. Por isso, sempre tive muito interesse por buscar alternativas melhores para todas as ferramentas que normalmente utilizamos no dia-a-dia.

      No meu primeiro contato com o Linux, por ser tudo muito diferente, isso me despertou um grande desejo de buscar mais informações e descobrir como utilizar de forma eficaz esse sistema operacional. Gostaria de dizer que ainda considero em alguns aspectos outros sistemas operacionais, como o Windows, superiores ao Linux. Porém, atualmente, devido a eficiência e a grande diversidade de possibilidades de customização do sistema, o Linux é o sistema operacional que mais utilizo. E realmente o ponto ressaltado no final do post do blog é realmente muito importante, pois você apenas aprenderá a disfrutar de todas as funcionalidades oferecidas pelo Linux com um certo tempo de uso. O que não é diferente para nenhum outro sistema operacional.

    206. A sua crônica “Linux e direção” evidencia claramente que todos os usuários de computadores têm mais do que uma opção de sistema operacional para adotar. De fato muitos usuários de computadores ficam limitados ao “Windows” e sequer chegam a conhecer outros softwares, que são livres e acessíveis a qualquer tipo de usuário. Outras pessoas ficam com medo de trocar o seu sistema operacional, por causa da “escravização” do Windows, tido como o melhor sistema operacional disponível.

    207. Desde pequeno sempre fui muito interessado a tudo relacionado a computação e, sou até mesmo atualmente um estudante dessa área. Por isso, sempre tive muito interesse por buscar alternativas melhores para todas as ferramentas que normalmente utilizamos no dia-a-dia.
      No meu primeiro contato com o Linux, por ser tudo muito diferente, isso me despertou um grande desejo de buscar mais informações e descobrir como utilizar de forma eficaz esse sistema operacional. Gostaria de dizer que ainda considero em alguns aspectos outros sistemas operacionais, como o Windows, superiores ao Linux. Porém, atualmente, devido a eficiência e a grande diversidade de possibilidades de customização do sistema, o Linux é o sistema operacional que mais utilizo. E realmente o ponto ressaltado no final do post do blog é muito importante, pois você apenas aprenderá a disfrutar de todas as funcionalidades oferecidas pelo Linux com um certo tempo de uso. O que não é diferente para nenhum outro sistema operacional.

    208. Abner Luís disse:

      Gostei muito das suas colocações. O sentimento de medo quando nos deparamos com o novo, princi- palmente com o Linux ou um carro. Ao ver as inúmeras funções e controles que ambos fornecem, à primeira vista é intimidador, mas com prática e paciência a gente se acostuma e acaba adorando. Tive uma experiência semelhante com o Debian, e no início até pensei em desistir, mas aí comecei a utilizá- lo esporadicamente e hoje o utilizo diariamente.

      No entanto, acredito que seja um pouco radical afirmar que só se aprenderá a utilizar o Linux deixando o Windows de lado. Para quem não depende das várias aplicações exclusivas desta plataforma, acredito que essa idéia é válida.

    209. Gostei muito das suas colocações. O sentimento de medo quando nos deparamos com o novo, principalmente com o Linux ou um carro. Ao ver as inúmeras funções e controles que ambos fornecem, à primeira vista é intimidador, mas com prática e paciência a gente se acostuma e acaba adorando. Tive uma experiência semelhante com o Debian, e no início até pensei em desistir, mas aí comecei a utilizá- lo esporadicamente e hoje o utilizo diariamente.

      No entanto, acredito que seja um pouco radical afirmar que só se aprenderá a utilizar o Linux deixando o Windows de lado. Para quem não depende das várias aplicações exclusivas desta plataforma, acredito que essa idéia é válida.

    210. Parabéns pela analogia! Realmente você conseguiu descrever o sentimento que temos ao tentarmos aprender a dirigir e a utilizar o Linux,o MEDO impera muitas vezes. Mas a verdade é que temos que vencer o medo do desconhecido, e aproveitar a capacidade do ser humano em aprender, para começarmos de fato a utilizar o Linux no nosso dia-a-dia, afinal só vamos aprendê-lo se utilizarmos!

    211. A ANALOGIA DO TEXTO É RETRATA BEM A REALIDADE, POIS QUANDO ESTAMOS APRENDENDO A DIRIGIR ,NÓS SENTIMOS UMA CERTA INSEGURANÇA MAS COM O PASSAR DAS AULAS VAMOS ADQUIRINDO SEGURANÇA ATÉ CHEGAR AO SUCESSO APÓS BASTANTE TREINO. ISSO ACONTECE QUANDO COMEÇAMOS A TRABALHAR COM O SISTEMA LINUX,NO COMEÇO ACHAMOS DIFÍCIL DEPOIS LIDAMOS COM ELE NORMALMENTE.

    212. Este texto reflete exatamente o mesmo medo que eu tive quando eu comecei a usar o Linux. Sempre que eu via alguém utilizando o prompt de comando, escrevendo aqueles comandos complexos para mim na época, eu ficava assustado e sempre me perguntava “Sera que um dia irei conseguir?”. Mas, como o texto disse “Se tem tanta gente dirigindo, não deve ser difícil”, eu também pensei “Se tem tanta gente usando e todo mundo que usa gosta, não deve ser tão ruim”. Assim, com essa premissa, no meu segundo período de faculdade, eu criei coragem e comecei a mexer como Linux. E agora eu tenho aflição de mexer no Windows, por ele impor tantas dificuldades para preparar um ambiente de programação e instalação de .dll e etc. Mas é claro que no começo eu prejudiquei muitos outros “veículos”, mas foi fudamental para meu aprendizado.

    213. Marcelle disse:

      Entrei no curso de Ciência da Computação e querendo ou não estive condicionada a aprender a usufruir do Linux. O texto faz uma ótima comparação com o aprendizado da direção. A gente olha para “aquilo” e fica confuso de cara por nunca ter mexido, mas com a prática, vamos nos familiarizando e no meu caso, torna-se algo automático.
      Uso o Ubuntu tem só 2 anos e meio, aprendo cada dia mais e já prefiro ele do que o Windows, só não descarto o meu dual boot pelos jogos! =D

    214. Belo texto. De fato, o mais difícil para usar o linux é o medo antes mesmo de usá-lo.
      Mas como usuário quase que unicamente de linux eu diria que depois que nos assentamos é difícil querer “dirigir” outra coisa.

    215. Mudar um hábito ou aprender algo novo é sempre um grande desafio. As pessoas por natureza tendem a ser acomodadas e as vezes abusam do ditado “time que esta ganhando não se mexe”. Isso vale para a utilização de Windows, as pessoas não vem necessidade de mudar de SO, muito disso devido a pirataria, já que muitos dos windows no Brasil rodam sem licença então os usuários não sentem no bolso a principal diferença existente entre os SO.

    216. Ingrid Faria disse:

      Minha opinião sobre os dois assuntos é extremamente limitada, pois nunca dirigi e nunca usei o Ubuntu uma vez sequer.
      O que eu sei é que nós, seres humanos, temos um potencial vastíssimo de aprendizagem, mas costumamos utilizá-lo somente em casos de extrema necessidade.
      Ainda não sinto que tenho necessidade ou maturidade para dirigir e também não sinto necessidade de utilizar o Ubuntu, uma vez que o Windows me atende bem. Porém, nunca é tarde para aprender coisas novas!

    217. Comigo isso foi invertido. Passei por muitas dificuldades quando comecei a usar linux, por ter que lidar com tantas coisas ao mesmo tempo, e hoje estou passando por isso ao aprender a dirigir. Aprender a dirigir dá menos trabalho do que aprender linux.

    218. Olá,

      Adorei o texto “Linux e Direção”. A comparação entre “aprender a dirigir” e “aprender a usar o Linux” foi extremamente feliz porque nos leva a questionar, de fato, a nossa postura diante dos desafios promovidos pelas novidades. Diversas vezes, por pura acomodação, ficamos presos a velhos hábitos e não nos permitimos inovar e aproveitar os benefícios da inovação. Confesso que meu sistema operacional ainda é o Windows, mas penso cada vez mais na possibilidade de trocá-lo pelo Ubuntu. Hoje, conheço mais as vantagens de se ter o Linux e, depois de ler o seu texto, percebo que operá-lo não deve ser mais difícil que dirigir, não é mesmo? Logo, vamos aos desafios!

      Abraço!!!

    219. Max disse:

      Realmente, toda situação nova nos causa desconforto, porém essa abordagem comparativa(o fato de que um número enorme de pessoas já dirigem/usam o UBUNTU) nos motiva a continuar e assumir, dessa forma, que somos capazes assim como todos os outros.

    220. O Windows é cheio de defeitos, mas o linux não funciona da maneira correta, eu sou mais meu bom e velho Windows, que dá seus problemas, mas é bom demais

    221. Matheus disse:

      Cara,
      Confesso que sempre tive restricoes ao linux , principalmente por nao ser uma plataforma universal para muitos programas de engenharia . Ultimamente tenho utilizado bastante aqui na empresa e ja estou em fase final de conhecimento….rsrs .. Sim estou aprendendo a dirigir !

    222. De fato, perante uma nova experiência a realidade se apresenta estranha. As coisas parecem desorganizadas, distintas da maneira como estávamos acostumados. Certamente, o que chamamos de ‘novo’ quase sempre carreia consigo “outro universo”, exigindo, por isso mesmo, certo mergulho experiencial: é preciso interagir diretamente com a nova realidade. O que sabíamos antes não se perde, seguramente, mas diante do ‘novo’ as velhas experiências já não são mais tão bem aplicadas como outrora.
      A estranheza não decorre propriamente de uma desordem, mas sim de um desconhecimento (sensível e mental), visto que não conseguimos, à primeira vista, apreender aquele arranjo (novo para nós) da realidade. Diante disso, o medo é comum e até certo ponto natural, uma vez que a tendência é temer aquilo que se desconhece. Apesar disso, o receio tende a diminuir gradativamente a partir da adaptação pela interação com o novo dado da experiência. De outro modo, o perigoso está, isso sim, em negar o contato com o que chamamos novo e estranho, mantendo distância. Uma vez que algum contato tenha ocorrido, daí a estranheza, a tendência é criarmos interpretações sobre o dado novo. É assim que surgem os preconceitos, as discriminações, quando a experiência perante o “novo” é negada e, ao invés da interação, preenchemos o “vazio experiencial” com “interpretações” (pré-conceitos) as mais descabidas. Pode parecer exagerado aplicarmos esse raciocínio ao (não)uso do Linux, mas uma análise mais detida pode indicar que não estamos muito longe não! Para que o Windows impere não estão em jogo somente artimanhas concretas – grandes fábricas, subsídios governamentais, copyright, pesada publicidade -, mas, sobretudo um forte jogo simbólico: é preciso, para que haja qualquer hegemonia (no caso a Microsoft e o Windows) que o outro, no caso o Linux, seja simbolicamente desmerecido, marginalizado, associado, enfim, a questões arbitrárias. Assim é que algumas pessoas que jamais olharam para um sistema Linux têm, “na ponta da língua”, respostas (preconcebidas) para não usá-lo: é difícil, não há drivers (embora as pessoas nem saibam o que isso signifique), não roda jogos, está associado com hackers, financia a pirataria, etc., etc.. No caso da direção, caso a experiência de estranheza diante do novo (volantes, embreagem, freio, retrovisor, setas, outros carros, buzinas, etc.) não seja enfrentada e o medo seja preponderante, pode decorrer um verdadeiro trauma, e a pessoa jamais dirigir na vida. Diante dessa problemática, preterir o Windows não significa apenas e simplesmente o uso de outro OS, mas a experimentação de outra forma de “organizar a realidade”. Usar o Linux representa a entrada em outro universo de significação, e, por conseguinte, a saída de um universo marcado não por códigos binários, mas por muito poder, opressão e dinheiro. Bilhões! Veremos, um dia, um comercial do Linux na globo?!

    223. Sempre tive a impressão de que utilizar o Linux era coisa pra quem tem aptidões no ramo informática e TI, o que não é e nunca será o meu caso. Jamais pensei em utilizar um sistema operacional que não fosse desenvolvido pela Microsoft, por pura e simples crença na minha total incompetência. Mas confesso que agora me bateu a vontade de experimentar, só pra comprovar que me faltam um ou dois pés, talvez umas três pernas…

    224. Bem, o texto é bem criativo, mas não fiquei com vontade de utilizar o Linux após a leitura. Eu demorei 3 anos para tirar carteira de habilitação (entre auto-escola, exame escrito, aulas de direção e exame prático). Todo processo de aprendizado é demorado e demanda esforço. Eu não teria tanto tempo para aprender a utilizar o Linux apenas pelo prazer de utilizar um software livre ou para tentar incrementá-lo (que para mim não seria prazer algum, já tentei utilizá-lo antes e não gostei). O Windows, apesar de pago, atende muito bem as minhas necessidades… na faculdade alguns professorem exigem que façamos trabalho que rodem tanto em Windows quanto e Linux, e os meus sempre davam problema, o que me desestimulou ainda mais a tentar novamente utilizar sistema. Texto criativo, mas para mim não foi nada encorajador.

    225. É uma verdade que não devemos desistir, nem nos deixamor desanimar diante de um desafio que nos pareça difícil ou até impossivel. Perserverança é necessaria para consiguirmos alcançar nossos objetivos e vencer barreiras.
      A comparação dos desafios impostos mostra além de ser necessario a coragem e determinação para transpor dificuldades, temos que vencer medos, pois a uns, um carro é algo “simples” e que so necessita de dedicação para dominar, enquanto uma maquina pode ser demasiadamente complexa. O que mostra que para cada pessoas os desafios mesmos desafios, são totalmente diferentes, no ambito até de crescimento pessoal.

    226. Matheus disse:

      Confesso que sempre tive restricoes ao linux , principalmente por nao ser uma plataforma universal para muitos programas de engenharia . Ultimamente tenho utilizado bastante aqui na empresa e ja estou em fase final de conhecimento….rsrs .. Sim estou aprendendo a dirigir !

    227. Clarice disse:

      Só se aprender a dirigir dirigindo!
      Isso é a mais pura verdade, para qualquer nova atividade na nossa vida. Dirigir, para mim, foi um desafio! Me senti exatamente da maneira que você descreveu.
      Mudanças e inovações sempre me assustam.
      A mudança de um sistema operacional não é fácil, exige boa vontade, persistência e determinação. O sacrifício vale a pena?
      Acredito que ainda falta muito incentivo para convencer leigos, como eu, a explorar o Linux. Quem sabe um dia…

    228. Lucas And. disse:

      Eu estou acostumado com o Windows, mas poderia sim experimentar o Linux mesmo demorando um pouco para pegar a prática… Mas, como diz o texto é como aprender a dirigir…

    229. Lucas And disse:

      Eu estou acostumado com o Windows, mas poderia sim experimentar o Linux mesmo demorando um pouco para pegar a prática…
      Mas, como diz o texto: é como aprender a dirigir…

    230. O grande problema da utilização de novos meios é a resistência das pessoas ao novo. Para acessar o windows não é necessário aprender, já sabemos.
      Se nós já sabemos como usar e o sistema atende nossas necessidades então não temos nenhum incentivo em usar outro sistema.

    231. Michelle disse:

      A analogia entre o fato de dirigir e a utilização do software Linux é perfeita. Temos receito do que é novo. Muitas vezes não damos abertura a novas oportunidades por causa do medo ou do preconceito. Como na direção, achamos tudo complicado demais a ponto de deixarmos para trás facilidades para a rotina diária. Eu gosto do programa Linux, mesmo tendo muitas diferenças em relação ao Windows (principalmente a falta daqueles joguinhos chatos que muitos reclamam). Temos que quebrar paradigmas e ir rumo à evolução sempre, pois é assim que vamos lutar por um futuro melhor.

    232. Temos uma resistência à mudança, naturalmente, pois associamos a transtormos, complicações etc. No caso do windows foi o primeiro soft que tivemos acesso e nos acostumamos a usá-los de forma natural.

    233. Elizabete disse:

      Temos uma resistencia natural à mudanças, pois associamos a transtornos, complicações e etc. O windows é um soft no qual tivemos o primeiro contato, e de fácil manuseio e como atende bem, ficamos mais resistentes ao uso de outros pois isso demandaria tempo, e com a vida corrida de hoje; ficamos automaticamente mais acomodados.

    234. Caro Kurt,

      Parabéns pelo texto. Muito bem escrito e de leitura muito agradável!
      Realmente lhe dar com o desconhecido é muito complicado. Às vezes, o medo e a sensação de falta de capacidade nos desanimam e até nos impedem de nos arriscarmos e enfrentarmos o “novo”. Mas existe algo que é certo: nossa capacidade de aprendizado é incrível! Habilidades, nós adquirimos com o tempo e com a persistência.
      Andar de bicicleta, dirigir ou até mesmo se perder nos arquivos e programas do Linux é somente questão de aprendizagem. Uma vez criada a coragem e perdido o medo de não conseguir, o sucesso nessas atividades é praticamente garantido.

    235. Marcelle disse:

      Eu gostei da analogia quanto ao aprendizado da direção e do Linux. É realmente assim que acontece, a gente se depara com o novo e sempre o julgamos como difícil. Porém a prática leva ao conhecimento e compreensão daquilo que não entendemos nada.
      Ninguém nasce sabendo tudo de linux ou como dirigir um carro, e no entanto temos “experts” nessas áreas e em muitas outras.
      Somos capazes de aprender qualquer coisa, basta estarmos dispostos e praticar, praticar, praticar.

    236. Hítalo disse:

      Parabéns pelo artigo! Eu ainda estou numa fase de desconhecimento das funções linux, mas diante do texto e dos depoimentos acima, além é claro, da comparação providencial que o texto faz com as aulas de direção, é inegável a vontade de poder conhecer o sistema. E espero que ele assuste somente naquele contato inicial, assim como o painel de um automóvel e suas diversas funções.

    237. O que é novo sempre causa um certo estranhamento.
      Andar de bicicleta, começar a dirigir, ir a lugar novo, ir nova escola, isso são exemplos
      do que causa receio na nossa vida! Algumas pessoas não gostam de inovação. Não
      gostam de se arriscar!
      Lendo o texto me identifiquei com a história de tirar habilitação. Lembro que tive várias
      dificuldades, mas no final deu tudo certo.
      Em relação ao Linux, já mexi uma vez e não me adaptei. Desde que comecei a usar o
      computador sempre foi Windows, então para poder mudar a uma certa resistência.
      Nada que não me impeça de tentar utilizar o Linux novamente…
      Pois como você disse no texto “Só se aprende a dirigir dirigindo.”

    238. Nossa!
      Como alguém que acabou de tirar carteira de motorista, me identifico demais com o texto! Muito bem escrito, por sinal.
      Ainda sinto que o carro é uma máquina com botões demais, os quais eu não sei usar de forma correta!
      Em relação à mudança do Windows, ainda não consigo perceber a sua necessidade. O Windows e suas configurações ainda são as mais largamente utilizadas e tentar ir contra isso é só mais uma forma de complicar a utilização da tecnologia que nos auxilia.
      Porém, acredito que só convivendo com as consequências positivas dessa mudança para perceber sua importância.

    239. Esse é mesmo tipo de problema enfrentado pelos novos usuários da Apple. Uso Mac há 7 anos e já utilizei linux no ambiente de trabalho. A adaptação foi longa, no entanto, uma vez “convertida” não tenho mais paciência de utilizar o Windows. Muitos dizem que não querem trocar de sistema operacional por comodidade, pois não existem nesses “novos” sistemas os mesmos aplicativos oferecidos pelo Windows. Esse pensamento era correto há sete anos, hoje em dia todos os aplicativos vêm com uma versão Linux e Mac, sendo que, a meu ver, essas versões são mais simples de usar. Quanto ao comodismo, as pessoas tem que realizar que mudar de sistema operacional sempre acarreta um custo que a curto prazo parece danoso, mas a longo prazo pode ser bastante benéfico.

    240. Alberto disse:

      A analogia que você fez, mesmo que relativamente simplória, e interessante e bem colocada. Eu diria que aprender a usar linux requer mais que paciência para aprender: requer vontade para pesquisar na internet por informações e dicas e a aceitação de que, no princípio, nem sempre vai-se conseguir fazer o que deseja.

      O linux é de fato uma excelente alternativa, principalmente por ser gratuita, ao usuário básico de computação. Aos mais avançados, depende-se muito das circunstâncias.

      No mais, a sua abordagem deixou implícita uma clara crítica aos outros sistemas operacionais, uma crítica que sem a devida argumentação fica totalmente desnecessária e sem valor. Achei este um ponto negativo do texto.

      Att,
      Alberto.

    241. Eu sempre tive medo de aprender a dirigir, assim como tenho medo de tudo o que é novo (novo tipo de atividade física, novas disciplinas, novo tipo de trabalho…). Tenho medo de não conseguir me adaptar, de fracassar. Depois que a “primeira fase” passa, percebo que mesmo passando por certas dificuldades, acabei me superando e tudo se tornou fácil. Espero que a minha adaptação em relação ao Linux seja assim: no começo, acharei um “bicho de sete cabeças”, mas depois o adorarei, entenderei e utilizarei todos os recursos.

    242. Concordo que para fazer qualquer coisa na vida basta querer, começar a usar e ter tempo, porém enquanto for possível não mudar, as pessoas não mudarão seus hábitos.
      Sou uma dessas pessoas porque não disponho de tempo. Para começar a usar um novo sistema operacional é necessário tempo para formatar o computador, instalar e configurar sistema operacional. Achar os programas correspondentes em linux (se houver) e instala-los requer ainda mais tempo. Assim, é pouco provável que eu começe a usar linux.

    243. Muito interessante a narrativa que faz uma analogia entre o linux com a autoescola. Não me esqueço de quando comecei a fazer minhas primeiras aulas. Quando circulava de carro em avenidas mais movimentadas, tinha medo de cruzamentos e até mesmo de uma simples “freiada”. Com o Linux, provavelmente, é a mesma coisa. Quando desconhecemos um novo programa, de certa forma apresentamos algum tipo de resistência antes de começarmos a utilizá-lo. Trata-se do medo do “novo”, ou seja, de algo que é diferente, que apresenta novas funções, além, claro, da falta de informação dos usuários a respeito do software. Mas acredito que com a prática e o passar de alguns meses, as pessoas acabaram se adaptando a esta nova tecnologia.

    244. Luana Drumond disse:

      Diferentemente do sistema operacional a que estamos familiarizados – um software proprietário pelo qual é preciso pagar licença para utilizar e que pode, em pouco tempo, lançar uma versão incompatível com a que você possui, obrigando você a adquirir uma nova licença de uso ou a cometer contrafação, o Linux ganha por ser um software livre, podendo ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição, além de ter uma forma gráfica intuitiva, que facilita a exploração.

    245. Achei bastante interessante a analogia feita entre aprender a dirigir e a primeira experiência com um novo sistema operacional.

      Creio que os principais empecilhos enfrentados por novos usuários, sejam do Ubuntu ou qualquer outro sistema diferente do Windows, assim como os novos condutores, são: a dificuldade em realizar alguma tarefa, logo no primeiro contato, uma vez que desconhece os procedimentos para tal e quase tudo não está no local onde está habituado; a necessidade de perder o medo de errar e de “bagunçar tudo”; a falta de persistência em enfrentar e tentar vencer os novos desafios que aparecem; a falta de vontade de aprender a utilizar as funcionalidades do sistema de uma outra forma, e encarar tudo sob uma nova perspectiva.

      Também não gostei do Ubuntu na primeira vez que eu o utilizei. Achei tudo muito complicado. Pensei em abandoná-lo diversas vezes, mas graças à insistência de amigos e professores, continuei usando-o cada vez mais, tentando aprender alguma coisa a cada investida. Hoje em dia, não tenho mais o Windows instalado na minha máquina, apenas o Ubuntu, e faço tudo que preciso nele com rapidez e eficiência. Basta não desistir na primeira dificuldade que encontrar, que o usuário terá uma grata surpresa em ver como ele é um bom sistema operacional.

    246. Relmente o texto diz tudo, apesar de um embasamento teórico aprendemos mesmo a dominar determinada habilidade com a prática do dia-a-dia.

      Att,

      Fabricio

    247. O autor faz uma interessante analogia entre o processo de aprendizagem da direção e a utilização do Linux. Assim como aprender a dirigir um automóvel pressupõe etapas teóricas ou de apresentação das funcionalidades do painel do carro, a utilização do Linux em contraponto a um sistema operacional amplamente utilizado como o Windows reserva aos novatos muitas dúvidas e frustrações iniciais. Mas a prática leva ao condicionamento e o aprendiz logo se torna um bom motorista ou um usuário eficiente dos recursos do software livre. Tudo é uma questão de prática. Não devemos ter medo do novo.

    248. Nelson Freire disse:

      O linux tem versões cada vez mais amigáveis para usuários comuns, o que facilita o aprendizado.
      Acredito que uma grande barreira, hoje, é a inércia de continuar com o mesmo sistema operacional. Experimentei instalar o Ubuntu e posso afirmar que tive uma ótima experiência, apesar de várias dificuldades que encontrei (apanhei bastante no começo). Possivelmente a grande maioria de usuários não quer “perder tempo” ou se esforçar para aprender algo novo.

    249. Donnys disse:

      Artigo interessante. Concordo com muita coisa que foi dito e adorei a maneira como você usou a metáfora da primeira aula de direção. O Ubunto é mesmo um ótimo sistema operacional, ou como dizia meu professor, um sistema realmente operacional. Mas eu? Não obrigado, eu continuo com o Windows. Nele eu posso jogar! Hehe!
      Ubunto? Tá, eu realmente precisa de pegar essa coragem e paciência pra usar mais, afinal, ele é uma excelente ferramenta de trabalho pra quem é da minha área (computação).
      Continue assim, o blog está ótimo!

    250. Raquel disse:

      Muito interessante a comparação. O receio de utilizar esses programas é muito grande. Mas quem usa sabe que não deixa nada a desejar, é so questão de costume mesmo.

    251. Samuel disse:

      Também tive um certo receio quando entrei num carro, não mais como passageiro. Normalmente temos medo de uma coisa muito comun na vida (eu confesso que tenho): mudanças, não se saber o que esperar. Pode ser bom ou ruim e o medo do ruim as vezes supera a possibilidade de melhorar. Sair do atual nível de conforto só se for para melhorar. Mas como saber se vai melhorar se não tentarmos algo mudando?

    252. Excelente comentário da Christiana! Posso dizer que já tenho carteira de carro e não quero carteira de moto no momento. Eu acho muito importante buscarmos alternativas para softwares em geral, já que existe praticamente um monopólio da Microsoft nesse setor. O meu problema é a falta de interesse em ser mais um utilizador de um software pouco usado e ter que ficar em frente ao computador tirando dúvidas para ter um resultado que já teria no Windows. Conversas online me dão muita preguiça! E na minha turma esse assunto não renderia porque todo mundo usa Windows e também não se interessam por outro software.

    253. Washington disse:

      Ótimo texto!
      Thiago Ayub esta de parabéns, conseguiu tratar de forma bem ilustrada os obstáculos que temos de passar quando resolvemos mudar de algo que já estamos acostumados para o um novo.
      E de fato tenho um certo receio com o Linux, mas agora tenho mais um incentivo para “enfrentar” as novidades deste sistema. Um problema que infelizmente é notório, é a falta de divulgação.

      Parabéns mais uma vez pelo texto e pela iniciativa.

    254. Mateus Melo disse:

      Muita boa sua comparação camarada, fica a dica para aqueles que tem o preconceito com o novo e o diferente. Até eu mesmo me incluo entre esses que temem inovações, mas, após a leitura de seu fabuloso texto, juro que vou me esforçar para tentar mudar!

    255. Ao ler o texto percebi que a grande dificuldade para começar a usa o linux é devido as diferenças de configurações, botões e menus. Parece ser mais difícil que usar o sistema operacional do windows, que a maioria das pessoas usam desde quando tem o primeiro contato com um computador. Eu uso o Windows, pois ele atende as minhas necessidades e por costume. Ainda não tive a oportunidade de mexer em um linux, mas já concluo, a única maneira de aprender a usar o linux é utilizando-o como sistema operacional.

    256. Brilhante texto, kurt Kraut, temos mesmo de acreditar em nossa capacidade de aprendizado, geralmente acostumamos com as facilidade do mundo moderno e nos esquecemos que somos capaz. O Ubuntu é um maravilhoso sistema operacional bem estável e capaz de realizar qualquer tarefa e o melhor que este esta em constante evolução.

    257. Alex disse:

      Boa analogia.
      Vou tentar.

    258. Parabéns! Ótimo texto, além de nos incentivar a enfrentar nossos medos e receios, é uma bela iniciativa para a introdução de softwares livres na dia-a-dia das pessoas.
      Concordo com muito do que foi relatado, e realmente, só através da prática e persistência que acostumamos e tomamos domínio em determinadas coisas, no caso, nos sistemas do Linux. Particularmente estou acostumado e bem “acomodado” com o Windows, mas tenho sim interesse em “dirigir” os programas do Linux e Ubuntu.
      Como muitos dizem: a prática leva à perfeição.

    259. Diogo disse:

      O texto linux e Direção descreve um dos melhores exemplos de como é esta mudança para o linux, o exemplo de dois olhos e três espelhos, dois pés mas três pedais nos mostra a dificuldade que é, mas também mostra que é possível superá-la.
      É igual o que acontece quando se muda de emprego ou função, no inicio fica meio perdido, sem saber o que fazer, meio atrapalhado, sem conhecer os colegas, mas depois se acostuma, aprende as funções conhece as pessoas e passa a gostar do que faz.

    260. Penso que a analogia foi muito válida. Ela pode contribuir para a diminuição do preconceito de muitas pessoas em relação as inovações possibilitando uma melhor compreensão da capacidade que todos têm de apreder e se tornar apto a realizar algo antes desconhecido. Basta querer.

    261. Rodrigo disse:

      Realmente a questão da prática é fundamental para que se comessasse a usar os software livres.Eu particularmente já usei o openoffice,mas como todos os arquivos que tinha ou eram enviados para mim estavam em msoffice começei a ter algumas dificudades e muitas vezes perdas como de gráficos ou grande dificudade de editá-los.As unicas pessoas que conheço que usam o linux,um trabalho comigo e outro trabalhou,mas sempre que vejo aquela telimha do linux no estilo ms-dos,nao tenho a minima curiosidade de aprender,contudo apartir das discussoes aqui apresentadas acho que é valido ariscar e talvez usa-lo junto com o windows e futuramente aderir totalmente ao software livre.

    262. Victor Freire disse:

      Bem legal a comparação entre Ubuntu/Linux e direção. Eu, na primeira vez que fui arrancar um carro, quase o enfiei na traseira do carro que estava na frente… Nunca fiz nada parecido em um computador, entretanto, a não ser uma vez que consegui a famosa “Blue Screen of Death” do Windows.
      Enfim, embora respeite o Ubuntu como sistema operacional e reconheça suas vantagens, eu continuo com o Windows pelos mesmos motivos que muitos citaram: o sistema atende minhas necessidades, não tenho tempo de me dedicar a aprender sobre um novo sistema e muito menos de fazer backup das minhas (toneladas de) coisas… Reconheço que é uma questão de prática, mas até eu deixar o sistema “nos trinques” para poder realizar minhas tarefas cotidianas, seria uma demanda de tempo que eu realmente não posso suprir no momento.
      Parabéns pelo post, muito pertinente!

    263. Realmente muito interessante a comparação.O problema das pessoas é justamente o medo e a falta de paciência de experimentar algo novo. O Linux, apesar de realizar as mesmas tarefas que o Windows e ter a vantagem de ser um software livre, ainda é visto por muitos como um software “duvidoso”. No início não é fácil aprender a usá-lo pelo fato de ser tudo novidade, mas como você disse: só de aprende a dirigir, dirigindo

    264. Muito pertinente a comparação entre a utilização do Linux e sua experiência na direção, Kurt. De fato, o desconhecido sempre assustou a humanidade. Entretanto, Linux e automóveis se distinguem num aspecto que merece ser destacado. No trânsito, sobram a coragem e a vontade de dirigir, o que, frequentemente, traz conseqüências negativas (imprudência, excesso de confiança etc.) que causam acidentes e mortes. No Linux, ao contrário, faltam justamente essa vontade e coragem, necessárias para que o sistema passe por uma expansão e torne-se, quem sabe, majoritário nos pcs. Portanto, se nas ruas e estradas é preciso conduzir com prudência, no trato com o Linux é necessária certa dose de “inconseqüência”: remover o Windows e encarar outro sistema operacional!

    265. Nunca usei Linux ou Ubuntu, pois nunca tive problemas com o Windows, mas já tive meus momentos de curiosidade, porém, sabendo das diferenças entre os dois sistemas, nunca tomei a iniciativa de experimentar

    266. Nádia disse:

      Excelente analogia!!! Inspirou-me a tomar e coragem e perder mo medo do Linux.

    267. Felipe disse:

      Parabéns pelo artigo!

      Eu concordo plenamente que o medo de inovaçoes é comum à muita gente, por isso parabenizo o autor quando incentiva em seu texto a experimentarmos o novo, e assim, descobrir as qualidades existentes em algo que nos era desconhecido.

      Acredito que essa ideia de inovaçao nao sirva apenas para um sistema operacional, como o linux, mas para tantas outras situaçoes que a vida nos cerca.

    268. felipe disse:

      Parabenizo o artigo!

      Concordo plenamente que o medo de experimentar alogo novo é comum à muitta gente, por isso parabenizo o autor por sugerir que tomemos a iniciativa da experiencia, nao apenas com a instalaçao de um sistema operacional, como o linux, mas em muitas outras situaçoes que a vida nos cerca.

    269. Acredito que mudanças causam sempre uma confusão e medo na cabeça das pessoas. Mas com certeza, esse texto me deixou com uma “pulga atras da orelha”, e a vontade do novo.
      Uma mudança, que se torna adequadamente mais pratica, e claro, mais livre. Me instigou a procurar a saber mais sobre o assunto!

    270. Muito bom o texto! Realmente, todo mundo que usa o linux diz que é muito melhor que o Windows. Mais seguro, rápido, não fica atrás em nada. Meu preconceito com o Linux já está bem baixo, porquê não testá-lo?

    271. Thiago Campos disse:

      A inovação as vezes se faz nescessária contudo, eu não vejo nenhuma necessidade de trocar, ao menos no momento o windows pelo linux, visto que o primeiro atende todas as minhas nescessidades, e o segundo é uma incógnita. Sendo assim, não vejo necessidade em trocar um pelo outro.

    272. Cláudio disse:

      Interesantíssima comparação, não tenho o menor conhecimento a respeito de Linux, então me sinto exatamente assim: dentro de um ambiente completamente novo.

    273. Achei bem interessante a comparação do uso de uma nova ferramenta da internet ao momento em que se faz a primeira aula de direção: em ambos os casos há o contato com algo totalmente novo, o qual ainda não temos habilidade de usar.
      Mas confesso que não tenho a “coragem” que o autor cita. Já tenho habilidade de usar o Windows e não vejo necessidade de mudar para o Linux ou Ubuntu.

    274. Daiane disse:

      Já usei o sistema operacional Windows, mas atualmente uso o Linux. Apesar do último ser muito bom principalmente por ser resistente a vírus, tenho preferência pelo Windows por ser mais fácil de usar e não deixa de ser menos eficaz que o Linux.

      • Jeane disse:

        Parabenizo você pela ótima analogia utilizada no texto para motivar as pessoas a utilizarem os sistemas operacionais livres Linux e Ubuntu. Confesso que nunca utilizei um sistema operacional diferente do Windows, mas após ler o texto me senti encorajada a experimentar o Linux e o Ubuntu, e ainda que eu não substitua o uso do Windows, com certeza, a partir de agora terei outras opções de sistema operacional.

    275. Ao iniciar a leitura da publicação eu pensei:
      -Onde esse cara tá querendo chegar com essa historinha de auto escola?
      Logo em seguida fui surpreendido com o link que foi realizado entre aprendizado na auto escola e com o uso de Linux.
      Achei muito bom o texto.
      Textos assim proporciona confiança aos que gostariam de mudar de sistema operacional, mas que vivem receosos com a mudança.

    276. Gostei bastante da analogia. Assim como a direção, utilizar o Linux também parece muito complicado de primeira, mas nada que a prática não resolva.

    277. Sempre que começamos com algo novo temos dois caminhos a optar: lamentar as dificuldades e transformá-las em algo insuperável ou superar uma a uma e aproveitá-las como oportunidade de obter conhecimento. O comparativo entre se aprender a dirigir e a utilizar o sistema operacional apresentado pelo texto acima, realça as dificuldades iniciais e como elas são superadas com o tempo. Porém precisa-se de dedicação e tempo o que é uma dificuldade para muitos.

    278. Muito interessante a analogia feita. O contato com um sistema novo requer costume, pois nossa mente está condicionada a interpretar a realidade de um jeito e precisa se adaptar ao novo jeito.

      Porém, para aqueles que tem pouco conhecimento sobre o Linux, faltam argumentos para convencer que essa mudança pode levar a uma condição melhor que a atual na qual sua mente já está acostumada. (Windows)

    279. Patrícia disse:

      Eu experimentar outras possibilidades, as quais irão auxiliar-me no trabalho é sempre bom! Portanto, nada mais instigante pensar sobre mudança através da leitura. Esta que descreve sobre a opinião de quem experimentou, aprovou outro sistema operacional disponível em software livre. A expansão dos seus horizontes passo a passo descrita: as lembranças do primeiro momento quando começou a dirigir seu carro, até depois quando conseguiu sair confiante dirigindo por aí!
      Obrigada pela informação

    280. Natália disse:

      Muitas vezes ter que usar novas ferramentas de informática pode assustar quem não está diretamente ligada a esta área. O importante nesse momento é buscar descobrir as maneiras de utiliza-lá e a prática fará toda a diferença. Não sou profissional da área e tenho os conhecimentos básicos porém estou sempre a procura de novos conhecimentos por reconhecer que a informática é importante para qualquer profissão. O Linux por ser um software livre é bastante utilizado em diversas empresas e cada vez mais é importante ter domínio em sua utilização.

    281. adriano disse:

      A comparação feita no texto é pertinente. Somente com a prática é possível o aprendizado do Linux, do mesmo modo que para aprender a dirigir um carro também é necessário somente praticar a direção constantemente. O mesmo vale aprender a utilizar o próprio sistema operacional windows. Uso o Windows , já que não tenho prática com o Linux, porém ainda espero aprende-lo.

    282. Nunca utilizei o Linux, e até então não havia sentido nenhuma necessidade ou mesmo curiosidade de utiliza-lo. Migrar de sistema operacional é certamente algo que me causa um pouco de medo e espanto. A analogia com o aprender a dirigir reflete bastante minha insegurança com relação ao Linux. Como diz o ditado: não se mexe em time que está ganhando. Como nunca tive problemas com o Windows, não tenho pretenção de substitui-lo. Confesso, no entanto, que seu artigo me deixou curioso com relação a esse outro sistema operacional.

    283. Nunca utilizei o Linux, e até então não havia sentido nenhuma necessidade ou mesmo curiosidade de utiliza-lo. Migrar de sistema operacional é certamente algo que me causa um pouco de medo e espanto. A analogia com o aprender a dirigir reflete bastante minha insegurança com relação ao Linux. Como diz o ditado: não se mexe em time que está ganhando. Como nunca tive problemas com o Windows, não tenho pretenção de substitui-lo. Confesso, no entanto, que seu artigo me deixou curioso com relação a esse outro sistema operacional.

    284. Nunca utilizei o Linux, e até então não havia sentido nenhuma necessidade ou mesmo curiosidade de utiliza-lo. Migrar de sistema operacional é certamente algo que me causa um pouco de medo e espanto. A analogia com o aprender a dirigir reflete bastante minha insegurança com relação ao Linux. Como diz o ditado: não se mexe em time que está ganhando. Como nunca tive problemas com o Windows, não tenho pretenção de substitui-lo. Confesso, no entanto, que seu artigo me deixou curioso com relação a esse outro sistema operacional.

    285. Sempre tentei usar programas do Linux, mais são muito diferentes aos do Windows. Talvez seria somente questão de costume, mais ainda prefiro os programas do Windows, eu me adapto melhor a eles, mais continuarei tentando usar programas do Linux

    286. Nunca utilizei o Linux, e até então não havia sentido nenhuma necessidade ou mesmo curiosidade de utiliza-lo. Migrar de sistema operacional é certamente algo que me causa um pouco de medo e espanto. A analogia com o aprender a dirigir reflete bastante minha insegurança com relação ao Linux. Como diz o ditado: não se mexe em time que está ganhando. Como nunca tive problemas com o Windows, não tenho pretenção de substitui-lo. Confesso, no entanto, que seu artigo me deixou curioso com relação a esse outro sistema operacional.

    287. Concordo com muitas opiniões acima escritas, nas quais a mudança deve acontecer. E que, somente com a prática em novos sistemas pode possibilitar essas mudanças. Atualmente sou usuário do WINDOWS, e também gostaria muito de mudar para um novo sistema operacional porém, a falta de tempo é o maior impedimento. Por isso, afirmo, os sistemas LINUX e UBUNTU não são um bicho de sete cabeças e sim, sistemas operacionais que necessitam de prática para se saber operar.

    288. Excelente texto! Entretanto, enfrentar as dificuldades iniciais para utilizar o Linux só vale a pena se o usuário acredita que ele é um sistema operacional melhor do que aquele que utiliza – o Windows na maioria das vezes – e não somente porque um é software livre e o outro não. Acontece que o Linux só mostra toda sua força em aplicações mais complexas do que acessar a internet, editar textos, etc. Portanto, um usuário comum não verá muita diferença entre o Linux e um outro sistema operacional e a mudança, possivelmente, não valerá a pena…

    289. Gostei muito do texto pois já tentei usar o Linux e tive uma certa dificuldade com o programa. A minha falta de paciência e insistência fez com que rapidamente eu desistisse dele. Mas após a leitura desse texto reiniciei meu contato com o software e agora vejo que comecei a aprender mais e as coisas estão se desenvolvendo melhor.Nada melhor que praticar para desenvolver suas habilidades em algo.

    290. Marcel Alan disse:

      Parabéns pelo texto! São muito pertinentes as comparações que você fez. Infelizmente, para a a maioria absoluta dos usuários de computadores o Linux ainda é um verdadeiro “monstro”. Além disso, há também o fato de que ninguém gosta de sair de sua zona de conforto, neste caso, o Windows.

    291. Artigo fantástico,parabéns!

      De fato,todos os meus preconceitos que haviam a favor do Linux estão se exaurindo,tornando-se insignificantes.A dificuldade está em “dirigir”,pois não me dou muito bem com artificios e manhas destes programas,mesmo que os procedimentos para a utilização sejam simplórios. Sempre fiz o uso de poucas ferramentas do meu sistema operacional-Windows- e por isso, não vejo a necessidade de mudanças.Contudo não seria uma má ideia testar o Linux e o Ubuntu, aumentaria minhas habilidades em lidar com novos software.

    292. O artigo é muito interessante. Lembrei dos meus dias de auto-escola e de como me senti. Me sinto da mesma forma ao pensar em mudar de sistema operacional. Sempre usei o Windows e a idéia de mudar me dá calafrios, mas o texto me deu uma certa coragem para pelo menos experimentar o diferente. Não sei se vale a pena mudar, mas não posso descobrir até tentar.

    293. Bruna H. disse:

      Excelente analogia. Para as pessoas acostumadas com o Windows, o primeiro contato com o Ubuntu ou o Linux poder ser intimidador. Esses sistemas operacionais dão a impressão de serem complexos e acabam, muitas vezes, desmotivando o usuário antes mesmo deste conhecê-lo por completo. Para que isso não ocorra, é preciso que ele tenha coragem e motivação para explorar o Linux ou o Ubuntu. Só assim ele ganhará pratica e se sentirá familiarizado com os sistemas alternativos.

    294. Inicialmente quando diante de novas dificuldades, nos deixamos levar pela insegurança e medo mas isto é apenas questao de tempo ate nos acostumarmos e perceber que o que nos deixava apriencivos era muito mais simples do que realmente acreditavamos.

    295. Dayana disse:

      Realmente, o aprendizado e a habilidade estão condicionados à prática, mas não sei se no momento tenho disposição para aprender a utilização do Linux. Tenho muitas coisas pra aprender, só que sempre falta tempo. Quem sabe no futuro?

      Parabéns pelo texto!

    296. Eu queria parabenizar o autor do texto, pois foi feita uma analogia muito interessante entre aulas de direção e os primeiros usos do Linux…
      Mas eu ainda prefiro usar o Windows pois eu me dou muito bem com o mesmo, isso não significa que eu tenha uma repulsão pelo Linux, mas é simplesmente uma preferência minha.Parabéns novamente pelo excelente texto.

    297. Antônio disse:

      Nunca tive contato com nenhum outro sistema operacional além do Windows, portanto não tenho condições de avaliá-los nem fazer algum tipo de comparação. O Windows, até o dado momento, sempre me foi útil e fácil de utilizar, não me oferecendo graves problemas. Já ouvi vários comentários a respeito do Linux, sendo a maioria relacionada à sua resistência aos vírus, e praticamente nada sobre o Ubuntu. A comparação feita no texto é bastante interessante, uma vez que trabalhar em um outro sistema operacional me será uma experiência completamente nova.

    298. italo disse:

      Gostei do texto, a analogia feita entre usar o linux e começar a dirigir carros foi bem legal. Sempre usei o windows e nunca tive problema, mas qualquer dia experimento o linux.

    299. Atualmente uso sistema operacional Windows, pois ele e mais fácil de usar, mais tenho vontade de utilizar o sistema Operacional Linux ainda mais agora que ele e resistente a vírus. Tem que ter coragem e insistência para novas experiências em outros Sistemas Operacionais no caso Linux.

    300. Luciene disse:

      Bem objetiva, simplificada e criativa a comparação do autor. Apenas se tem o domínio e conhecimento praticando.

    301. É uma analogia válida, pois o “novo” sempre nos causa estranheza. E é comum pensar que não vamos dar conta. Mas ao deixar a preguiça de lado, e botar a mão na massa, percebemos muitas vezes que damos conta sim, e que o que tínhamos receio não é um bicho de sete cabeças. É um texto encorajador para sairmos do comodismo de se utilizar o Windows.

    302. Estou entre as pessoas que preferem a comodidade de usar o Windows a utilizar o Ubuntu ou Linux, mesmo vários amigos me alertando sobre as diversas vantagens dos dois últimos. Interessante a abordagem do texto, já que às vezes o que nos falta é perder um pouco o medo da novidade e tentar, independente do sucesso ou não desta tentativa, acompanhar as inovações contemporâneas.

    303. Toda nova atividade necessita de muita pratica e coragem para o melhor entendimento da mesma. No entanto, certas atividades são necessários instrutores, educadores, pois sem eles não conseguiríamos obter tal o conhecimento para realizá-la, como por exemplo, auto-escola. Assim, o Linux segue a mesma linha de raciocínio, sem um instrutor, precisaríamos de um tempo muito maior, tempo esse inexistente nos dias atuais.

    304. Muito interessante a comparação. Eu mesmo, que gosto bastante de aprender sobre informática e softwares, já dei uma chance ao linux. Era um notebook que veio de fábrica com o uma versão do linux instalada. Minha primeira dificuldade foi conectá-lo a internet velox, que só possuía CD para o Windows. Nada que algumas horas de pesquisa não resolvessem. Mas depois eu queria instalar novos programas. Cadê o arquivo .exe ? Descobri que eu tinha que instalar e configurar tudo na mão. Mais horas de pesquisa nos fóruns. E num belo dia, quando precisei copiar e colar um texto, não tinha Crtl + C no linux. Fiquei com tanta raiva que procurei na mesma hora nos fóruns como desinstalar o linux. Achei cada tutorial um mais complicado que o outro. Foi quando achei um faq da Microsoft ensinando a desinstalar o linux apertando 3 teclas. Adeus partição. Usar o windows é como dirigir um carro automático e linux é como um fusquinha em que você tem que ser também mecânico pra não ficar na mão.

    305. Thiago Mafra disse:

      Isto mostra o quanto o ser humano é versátil e consegue tornar ações antes impossíveis em coisas corriqueiras e triviais. O homem acostuma ao uso do que foi proposto. antigamente não existia fogo e sobreviveu. Não existia celular e sobreviveu. E se não houver Windows? Com certeza sobreviveremos. Basta termos iniciativa e criatividade e o surgimento do linux e Ubuntu batem de frente com o Windows. A ferramenta está dada, basta nós utilizarmos de forma adequada.

    306. Acho bem interessante a idéia de diminuir a dependência que temos do Windows, porque a cada nova versão temos que ficar procurando o cd pirata e isso torna tudo um pouco chato. Mas mesmo assim nem se compara ao choque que o Linux provoca, é totalmente estranho ligar seu computador e dar de cara com uma plataforma muito diferente da que usamos há 13 anos. Isso ainda nem é a pior parte, tenho 23 anos, posso facilmente me adaptar, mas penso nos meus pais – eles não teriam a menor chance! Mesmo com toda situação complicada do Windows, por ser um software pago, infelizmente ainda não tem concorrência.

    307. Achei muito interessante a comparação feita entre o estranhamento inicial das primeiras aulas de direção e o desconhecimento que os usuários de outros sistemas operacionais têm em relação ao Linux. O primeiro contato, independentemente de com o que for, é sempre assim: deixa-nos um tanto quanto deslocados e sem saber o que fazer – ou como fazer funcionar, no caso. Concordo com a ideia de que tudo à primeira vista parece mais difícil do que realmente é e de que só se aprende a dirigir dirigindo. No entanto, ainda não me aventurei a trocar o Windows pelo Linux. Meu primeiro e único contato com o Linux, aliás, foi quando comprei meu atual computador (o Linux veio instalado). Fiquei alguns dias usando-o e mexendo em algumas coisas, por curiosidade. Mas, por fim, resolvi formatar o PC e instalar o sistema Windows, que mantenho até hoje. Reconheço: é mais uma questão de comodidade da minha parte do que qualquer outra coisa. Já estou tão habituada ao Windows que prefiro não me dar ao trabalho de aprender a lidar com algo diferente, o que certamente me demandaria considerável tempo. Como o Windows atende bem às minhas necessidades, não vejo por que substituí-lo.

    308. ana guimaraes disse:

      Muito interessante, tenho windows no meu pc, e tenho um amigo tentando me convencer a usar o unbutu, mas ainda tenho medo,pois sei que leva um certo tempo para aprender a utilizar um programa, e aí sim comparar, Porém vantagem maior é não ter que pagar pelo softwere,ainda assim é preciso muita disposição e tempo, e necessidade de mudança, mas não tenho isso ainda e, relação ao windows.

    309. ana guimaraes disse:


      ana guimaraes:

      Muito interessante, tenho Windows no meu PC, e tenho um amigo tentando me convencer a usar o unbutu, mas ainda tenho medo, pois sei que leva certo tempo para aprender a utilizar um programa, e aí sim comparar, Porém vantagem maior é não ter que pagar pelo software, ainda assim é preciso muita disposição e tempo, e necessidade de mudança, mas não tenho isso ainda em relação ao Windows.

    310. O texto toca num ponto muito importante na velha disputa entre Linux x Windows: ambos fazer a mesma coisa, mas de maneira distinta. Muitos dos evangelista do Linux querem converter novos usuários mostrando as vantagens do pinguim sobre o sistema operacional da Microsoft. Todavia, o entendimento dessa superioridade depende de conhecimento de questões técnicas, cujo conteúdo o usuário comum não tem tempo ou interesse em saber. Portanto, devemos sempre bater nesta tecla: Linux é melhor e o faz o mesmo que o Windows, mas de uma maneira um pouco diferente e que com um pouco de força de vontade você desfrutará de um sistema operacional ótimo e livre [de vírus e de licença].

    311. Ainda falta coragem para dirigir esta máquina. Não só eu, mas muitos que convivem comigo. Na minha casa, por exemplo, já tentei instalar o linux no pc, mas houve muita confusão e discussão. Assim acabei deixando do jeito que está. Mas ainda vou conseguir utlizá-lo. As vantagens de um sistema operacional de código aberto é sensacional. Compartilhar, modificar e utilizar sem medo. É ser livre de verdade!

    312. Lucas Assis disse:

      Ótima metáfora!!!
      Eu, com medo do desconhecido, continuo usando o windows.

    313. Achei a interessante a forma de analizar as dificuladades em lidar com um novo sistema operacional. Já dirijo e concordo que com persistência o que parece impossível pode se tornar banal.

    314. Yuri Reno disse:

      Parabéns,

      é como começar a tocar um instrumento musical, precisa de dedicação e esforço, mas com o tempo se torna recompensador dominar tal arte!

    315. Devo concordar com um ponto levantado no texto: o Linux é capaz de fazer tudo que o sistema operacional concorrente (Windows) faz. Basta aprender onde estão os menus, botões e configurações estão. Por outro lado, por quê deveria aprender a utilizar um sistema operacional novo quando já domino o antigo e ele atende satisfatoriamente a todas as minhas necessidades? Aproveitando a comparação entre Linux e direção, devo dizer que acho no mínimo desnecessário o comentário sobre a desinstalação do Windows mantido em dual boot. Afinal, ninguém desaprende a andar de bicicleta para poder aprender a dirigir um carro.

    316. Artur Gomide disse:

      A situação de conforto impede que o “novo” seja usado. O Linux e o Ubuntu são concorrência, mas o Windows ainda domina o mercado. Talvez seja melhor, talvez não. Alguns profissionais preferem mesmo as outras plataformas, porém o Windows parece ter dominado o “povão”. Eu não tive experiência com Linux ou Ubuntu, mas espero uma oportunidade para conhecê-los. Até lá, minhas portas e janelas continuarão abertas a eles.

    317. Brener disse:

      Interessante analogia! Pela minha experiência, posso afirma que dominar o Linux é mais fácil que aprender a dirigir bem. É realmente um desafio largar o Windows, devido ao costume e o apego com esse sistema. Porém inovar é um ato de coragem e ousadia. Arriscar é necessário, e voltar atrás é sempre possível.

    318. Muito legal o artigo, ele mostra o que normalmente acontece conosco diante do desconhecido, uma sensação de impotência. Mas nos mostra também que é sempre possível aprendermos algo novo e que temos que nos arriscar mais. No caso do Linux é uma alternativa em relação ao Windows e temos que utilizá-lo mais.

    319. Parabéns pelo texto! A analogia feita foi muito oportuna pois retrata de forma bastante realista o sentimento que as pessoas tem de experimentar aquilo que não conhecem. Muitas vezes por comodidade, preferem ignorar a possibilidade de mudança, ainda que tenha escutado falar das vantagens de fazê-la e por preguiça resolvem sequer fazer uma tentativa.
      Foi muito interessante o modo que você retratou a maneira que nos apavoramos diante de tanta informação nova e do sentimento que temos de que não seremos capazes de assimilar tudo aquilo, e fazendo um comparativo com as primeiras experiências com o Linux.
      Espero que isso sirva para as pessoas se conscientizarem de que com um pouco de força de vontade é possível aprender a desfrutar o Linux.

    320. Arthur Silva disse:

      Acho interessante a compração que o texto faz em relação a um sistema diferente chamado Linux e ao inicio da pratica da direção.Realmente somos acostumados a utilizar o Windows, e por nos parecer mais fácil, tentamos evitar o novo e, portanto, diferente.Mas como o exemplo do texto nos mostra, basta praticar para podermos nos acostumar.

    321. É sempre desafiador o ato de aprender, talvez seja por isso que poucos se aventurem a sair de sua zona de conforto para arriscar. Mas é preciso arriscar para que o novo possa se apresentar com suas potencialidades. Aprender pela visão da Teoria Crítica é emancipar-se, depara-se com as inúmeras potencialidades de cada objeto. Para isso é preciso permitir-se a conhecer o novo, mesmo que pra isso seja necessário errar várias vezes, enfrentar diversas dificuldades, e assim poder tomar uma decisão acertada sobre qual o melhor rumo tomar, pois nem sempre o novo é o melhor, porém, só saberemos se nos dermos a oportunidade de experimentar…

    322. Caio Clímaco disse:

      O texto consegue fazer uma boa ligação entre dirigir um carro e usar o Linux. No início tudo é realmente estranho, não conseguimos nos ver fazendo aquilo. Porém, com um pouco de coragem e prática tudo começa a ficar mais fácil e talvez até banal. O ser humano tem aversão a tudo aquilo que lhe é estranho, mas ao adquirir conhecimento as coisas mudam.

    323. Andréa disse:

      Eu desconheço completamente esta ferramente, para mim é tudo novo, não teria problema algum em tentar instalar o linux, no entanto realmente seria um choque, mas isso é um fato, aliás é vital para toda nova inovação, a primeira parte do processo é o espanto com diferente , mas depois acostumamos, claro que temos que nos identificar e gostar deste novo, para que assim passamos para fase de adaptação com satisfação.

    324. O medo e o receio perseguem o ser humano desde os mais remotos tempos… Acredito que estes dois “sentimentos” estão diretamente vinculados ao uso do Linux e ao ato de dirigir. Tudo o que é novo causa uma certa dificuldade e um certo medo. Eu, particularmente, não utilizo o Linux por desconhecimento do Software e por medo de não me adaptar a ele… porém, da mesma forma, tinha medo e dificuldade para dirigir quando resolvi me enveredar por esta arte, hoje, apesar de ainda dar algumas “esorregadas”, já estou bastante adaptada ao ato de dirigir e me supero a cada dia. O segredo é não ter “Pré-conceito” e seguir aprendendo sempre!

    325. Mudei recentemente de windows para mac e tive exatamente a mesma sensação. Mas realmente é só começar, no início é meio difícil, bate aquela preguiça de “aprender tudo de novo”, mas dependendo da aplicação é extremamente útil. Uso o linux em casa também (meu irmão é programador) mas nesse caso pude contar com a ajuda dele para me guiar através dos comandos mais básicos e me ajudar familiarizar com o ambiente. A minha analogia seria não a de dirigir, mas a de chegar na casa de um amigo e entrar na cozinha pela primeira vez para pegar um copo ‘água: extremamente difícil na primeira vez.

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